eu li o final de cem anos de solidão aproximadamente 5 vezes. as 4 páginas finais da minha edição, no caso. li a primeira vez, na ânsia de saber o final, e não acreditei. tive que ler de novo. e de novo. e de novo. e mais uma vez. pra ter certeza de que aquele era realmente o fim da história.
acho que nenhum livro até hoje me grudou daquele jeito. eu fiquei dias preso no final, relendo pra ter certeza de que era aquilo mesmo: tudo acabava. macondo sofria um big bang ao contrário, como se tudo o que houvesse ali fosse tragado pra dentro de uma caixa de fósforos fiat lux. e "tudo", no caso, era não apenas coisas materiais, mas também todas as histórias e laços malucos de sangue que levaram o coitado do aureliano babilônia de volta pra casa naquele dia. histórias desde a época em que josé arcadio buendía fugiu de sua casa e fundou um novo povoado. cem anos antes.
hoje eu descobri mais ou menos como é. no dia 12 de agosto de 2007 eu recebi o email que começava com o seguinte parágrafo: "Venho por meio deste comunicar (apenas ao Chuchu, pois o resto do pessoal já sabe) que, em vista da formatura do Diogo no dia 19 de janeiro de 2008 (acho que é isso), sua mãe, Fátima Fonseca, veio me pedir que a Hiléia tocasse DE SURPRESA na festa do formando." que coisa afudê, isso aí. reunir a hiléia na formatura de um de nós era coisa pra ser filmada e virar DVD. e, na época, todos nós éramos parceiros de fazer: eu, ivan, márcio e cruz, mesmo que o márcio tivesse medo das tendinites dele. a perfeição da coisa ainda aumentou quando eu descobri que, além da mariana, mais duas amigas nossas iam pra rio grande de carro com a gente. dividida por quatro, a viagem ia ser absurdamente barata. que lindo.
aí descobrimos que a recepção, onde ia rolar esse esquema todo, não era no sábado. era na sexta. ocorre que eu estou trabalhando num lugar novo, que tem clientes do varejo de automóveis. o que significa que sexta-feira tende a ser o caos pra liberar todos os anúncios do mundo, exatamente como foi nas duas sextas-feiras anteriores. e desse jeito, eu nunca ia conseguir sair de porto alegre em horário decente pra gente fazer a nossa surpresa em rio grande. as chances de pegar a estrada por volta das 17 horas eram ridículas, por experiência. mas a esperança é a última que morre. conversei com o pessoal do trabalho e pedi pra fazermos um mutirão. faríamos o possível pra eu conseguir sair.
mais de cinco meses depois de planejamento, eis o que realmente aconteceu: 1. o cruz, pra variar, deu pra trás. conforme a data ia chegando, ele ia dando sinais de que pularia fora. e pulou. disse que não ia mesmo na formatura, que ia viajar, não ia tar na cidade. com isso, a gurizada se desmotivou, mas ainda tentamos arquitetar um plano b: ou arranjar outro batera, ou fazermos voz/violão/piano, com rearranjos das músicas da banda. 2. a mariana decidiu, por um motivo muito justo, não ir mais para rio grande. a irmã dela passou no vestibular e ela obviamente não queria perder a festa. 3. quatro horas depois da mariana mudar de idéia, eu fui me deitar, depois de fazer minhas malas. era perto das 3 da madrugada. e eu rolei a cama até umas 15 pras 4. lá pelas 3:10 me veio a iluminação: a victória vai dar pra trás. acordei às 9 da manhã e liguei meu celular. chega a mensagem: "vinícius, me desculpa. tive uns problemas e não vou poder ir a rio grande contigo". com isso, a paula, que vinha com ela, não iria também.
ou seja: depois da reunião da banda ter se tornado impossível, todas as minhas chances de fazer uma viagem barata e com companhia pra enfrentar a estrada foram sumariamente reduzidas a 0. qualquer ônibus que eu pegasse não levaria menos de 4 horas e meia pra chegar em rio grande. e eu perderia toda a festa do diogo. mas meus cinco meses de planejamento já tinham sido reduzidos a pó, bem guardado em uma caixinha de fósforos fiat lux, feito um big bang ao contrário. exatamente como macondo.
Entretanto, antes de chegar ao verso final já tinha compreendido que não sairia nunca daquele quarto, pois estava previsto que a cidade dos espelhos (ou das miragens) seria arrasada pelo vento e desterrada da memória dos homens no instante em que Aureliano Babilonia acabasse de decifrar os pergaminhos e que tudo o que estava escrito neles era irrepetível desde sempre e por todo o sempre, porque as estirpes condenadas a cem anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a terra.
aham.
observação importante: das 17 às 19h eu fiquei praticamente só enrolando na agência. a coisa sobre a qual eu tinha menos controle foi justamente a que deu certo.
isso não é montagem. e a música ficou com um peso do demo, mesmo. (ou um peso de demo? duh). www.myspace.com/absenceofbr. primeira música da lista. clica e escuta a nossa "musiqueta pra tocar nas rádios" heheauhae. letra do arthur, música do orontes com alguma participação do resto da banda, mixagem do valmor.
3 de maio de 1981. é tatuagem. 28 de julho e 11 de dezembro de 1983. são tatuagens. 2 de setembro de 1989. 10 de agosto de 1994. 30 de agosto de 1995. 15 de dezembro de 1996. 22 de maio de 1997. 17 de junho de 2001. tudo isso é tatuagem.
26 de novembro de 2005 é cicatriz. e se não fosse por ela, não haveria mais nada o que tatuar. no fim das contas, cicatrizes valem bem mais que tatuagens.
gostaria de agradecer pra xuxa, pro meu pai, pra minha mãe, pra toda a minha família, pra minha turma da quadra e pro chan, que adiantou a entrada no meu solo e fez uma pegadinha com a galera. one warm day, última música do show do dia 14. deve sair no myspace nos próximos dias. FINALMENTE estamos chegando na mixagem final... da versão beta.
o primeiro show a gente nunca esquece? esquece, sim. se um dia eu achei que eu nunca ia esquecer como foi esse show citado pelo post logo abaixo, eu tava redondamente enganado. fui perguntar pro ivan e ele foi mais longe ainda, dizendo que a gente provavelmente tocou the worst day of your life. eu andava pensando em não escrever reviews sobre os shows, mas quando me liguei que foi o site da hiléia quem me lembrou do nosso primeiro show, me liguei de como isso acaba sendo importante pra não esquecer algumas grandes bobagens.
então lá vai. o primeiro show da absence of foi simplesmente FODA. essa é a minha opinião, mesmo. fiquei com a impressão de que a gente acertou de 90 a 95% do show. como eu já vi até dream theater e pain of salvation errar, tou bem satisfeito com nós mesmos, hehehe. sobre o público, ao mesmo tempo em que não tinha todo mundo que eu esperava, achei que tinha um público legal quando a gente resolveu subir pra montar de vez as coisas e encarar. a todo momento entrava mais gente, mas eu não sei exatamente pra quantas pessoas tocamos.
então por volta da meia noite, depois de eu acertar o volume do retorno com o cara da mesa, a gente tava pronto, e o chan marcou 2 tempos pra gente abrir com o peso de I'm coming, usando ela exatamente pra função que ela foi criada: começar. a partir desse momento, foi quase uma montanha russa. I'm coming foi reta, praticamente sem nenhum sobressalto. não errei nenhuma das bobagens que eu costumo errar em ensaio, o que já me deixou bem mais confiante. depois dela, emendamos analog kid, do rush, com seus refrões etéreos. por pouco não rolou aquele teto que eu tive na festa do mar, com a hiléia, em 2003, quando, assim que eu bati o primeiro acorde do primeiro refrão, eu praticamente entrei em transe de tão afudê que é aquele trecho. quarta-feira eu senti de novo a força daqueles choirs em fa maior. sensacional.
depois da abertura, o arthur anunciou a primeira das músicas que a gente tinha certeza que ninguém ia conhecer. blank é muito do caralho. ela é reta, mas com acordes altamente bizarros e um baixo marcadão, além de ter uma parte do meio bastante viajante e um final cheio de harmonias vocais e backings. fiquei surpreso por ela ter saído tão limpa. também gostei de ouvir, depois, os "pô, muito show aquela música que eu não conhecia".
depois de blank, veio aquela que é a maior candidata a "primeiro clássico da absence of". não pra menos, assim que o orontes começou o dedilhado e eu fiz a cama de acordes, rolou um "uhuuuu!" lá do fundo. impossível saber se alguém sabia cantar junto, mas talvez não tenhamos sido só nós a nos despedir de Bunker Hill. e ela saiu fácil. o solo dela saiu praticamente 100%, resultado de ter passado uma hora treinando ele na véspera.
segurei o último grave de goodbye Bunker Hill pra cair meio tom no pitch bend e chegar num dó que chegou a me arrepiar. sou apaixonado por who? desde a primeira vez que eu criei o dedilhado dela no teclado, sem querer (pra variar), sozinho em casa numa noite do verão de 2002. de lá até início de 2005, ela foi lapidando na minha cabeça, quase sozinha, até que eu tive que dar uma puxada de rédeas nela, senão ela ia virar um monstro. mas não virou, e eu considero ela a minha obra prima, dentro das minhas exigências e chatices sobre o quanto uma música só é perfeita se o instrumental responde com aquilo que a letra tá pedindo. nela eu tenho certeza absoluta de que consegui. o engraçado é que eu arrepiei justamente no som que, diferente das outras músicas próprias da noite, tava estreando pela segunda vez. who? foi tocada pela primeira no dia 7 de dezembro de 2005, em pelotas, pela hiléia. pra 11 pessoas.
e eu continuaria tranqüilo pela música inteira, não fosse pelo fato de que, lá pelas tantas, o retorno deu pau e o teclado sumiu. o engraçado é que eu não errei nenhuma linha de teclado por culpa disso, mas esqueci de entrar num backing vocal. mas tudo bem... a música tá gravada mas não foi lançada, então ninguém vai saber se eu errei ou não, mesmo. e, pra minha felicidade, meu solo de piano saiu quase perfeito. fiquei impressionado também com o potencial live dessa música. ela ficou muito melhor do que em qualquer ensaio.
no intervalo pra próxima música, enquanto o arthur anunciava que, depois de uma música como who?, que é uma balada em 4/4, 5/4, 4/8 e 5/8 (se é que isso existe), nada melhor que outra balada, a mesa acertou de novo o retorno pra mim. e fomos pra tal da balada. balada? herd abre com um riff destruidor de guita, baixo e batera. e logo depois eu entro com um solo curto de teclado no timbre mais derek sherinian que eu tenho, que poderia ser chamado de "metal cat from hell (with wah wah)". depois disso, ela acalma um pouco pra primeira estrofe, mas vai crescendo aos poucos, de estrofe em estrofe, até que a gente estoura de novo o riff inicial, volta pra terceira estrofe mais pesada e entra nas partes do meio que, mesmo sendo em 4/4, são produto de cabeças dementes. ela deve tar sendo ensaiada de verdade faz só 2 meses, e, pra completar, eu ainda inventei de última hora que num determinado trecho eu ia deixar de fazer um tema de piano elétrico pra meter um solo de lead. (porque eu tinha só um SOLO de lead no show, o de Bunker Hill). tinha tudo pra dar errado, mas tirando um erro do chan, saiu de barbada, também.
repetindo todas as outras músicas, fomos bastante aplaudidos no final dela. eu não tinha mais motivos pra achar que a gente não tava agradando, e houve até quem dissesse que a absence of foi quem teve os maiores índices da noite no aplaudômetro. por isso, chegando no fim do show eu já tava tri tranqüilo. vai um porcupine tree aí? apesar de ser cover, eu tava LOUCO pra tocar blackest eyes. primeiro porque ela é deixar o cara com ganas de quebrar tudo. segundo porque eu me prestei a simular os efeitos viajantes de mellotron que o steven wilson sempre bota nas músicas e bolei uns timbres pra cumprir esse papel. e ficou tri bom! I've got a wiring loose inside my head, I've got books that I never ever read, SWIM WITH ME INTO YOUR BLACKEST EEEEEEEEEEYES!
e aí chegou a hora de dar a finaleira. one warm day e todo o sentimento de libertação que vem com ela e a mulher que quer se livrar de toda aquela merda que virou o relacionamento dela. riffzão no baixo, banda entra junto, estrofe pop, refrão chiclete, estrofe pop pesada, refrão chiclete mas com arranjo diferente, riffzão. pausa! o piano entra em cena e a banda parte pruma viagem com solo de baixo, piano com influências latinas, a guitarra fazendo cama pra tudo isso, swing na batera. pára de novo. a guitarra faz o riffzão com um timbre maluco e todo mundo explode durante o meu solo de hammond. e mete pau nessa porra que vem o refrão final, mais vibrante que os anteriores e eu tenho que botar minha goela lá em cima pra cantar "OOOONE WAAAARM DAAAAAAAAAAAYYYY" em harmonia com o daniel enquanto o arthur "sola" as últimas frases da letra. final com hammond fazendo a harmonia, a guitarra viajando, o baixo marcando o grave. fim de show.
o que eu ouvi de comentários legais depois não tá no mapa. ouvi comentário até sem querer, quando o pessoal da epitaph, no final da noite, tava comentando com um dos fãs deles que antes tinha tocado a ankh e uma banda nova, a absence of, que fez um show animal. eu tava passando atrás deles, com meu teclado na mão e larguei um "po, valeu!". e aí os caras vieram bater um papo comigo e repetiram tudo o que eles tinham achado da gente. o batera me garantiu que a gente virou referência certa pra marcar novas parcerias. bom começo.
foi legal, também, que tinha muita gente no lugar que já me conhecia da hiléia. gente, inclusive, que era FÃ da banda nos tempos áureos de shows em pelotas. além, claro, da opinião de alguém da própria hiléia. fiquei estupidamente feliz do márcio ter ido ver esse show. e falando em hiléia, se teve uma coisa que eu pude perceber claramente nesse show foi a diferença entre o vinícius ausente e o vinícius hiléico, errando coisas idiotas no palco. me senti absolutamente maduro e consciente do que eu tava fazendo lá. eu já vinha achando que eu consegui crescer musicalmente nos últimos tempos, mas ao vivo a sensação foi muito forte.
o post tá longo e eu não sei como terminar. se eu tivesse que resumir tudo, eu diria que eu fiquei absolutamente feliz de ver outro projeto musical meu mostrar a força que mostrou. pra variar, achar os caras certos pra encarar isso foi fundamental. foi assim com a hiléia, é assim com a absence of. ou seja, eu sou o máximo! :D
nunca vou esquecer do primeiro show da hiléia. e por um motivo muito simples: foi uma bosta. a gente tinha 35 minutos pra tocar. a banda mais nervosa do mundo. a namorada do baterista sentada do lado dele NO PALCO (fato histórico). eis o relato do show na seção da história da banda, no nosso site: No dia 19 de janeiro de 2002 a Hiléia fez sua primeira apresentação oficial, no Bar Soleil, na praia do Cassino. O show de 35 minutos, começado com "Highway star", foi um convite do Carioca, que também se apresentou com sua banda Traci Lords. Os rapazes da Hiléia demonstraram estar bastante nervosos, executando a que talvez tenha sido a pior versão existente de "Paranoid", que não era ensaiada há mais de meio ano. O primeiro show também contou com "Wicker man", "Lisbon", "Hunting nigh and low" e "Overture 1928/Strange déjà vu", e, apesar dos erros, foi bem aceito pelo público presente. o grifo é sincero. paranoid é uma música absolutamente idiota. é o tipo de som que emociona horrores dois tipos de caras: fãs absolutos de ozzy/sabbath e adolescentes na faixa dos 14-17 anos que recém começaram a tocar guitarra. mesmo assim, a gente aniquilou a música. mas a única saída eram os covers conhecidos. a gente ainda não tinha nem the worst day of your life exatamente pronta, na época.
com o tempo, o nervosismo passa. de lá pra cá eu já devo ter feito mais de 30 shows, juntando hiléia, proibida, jardim ellétrico, burnin' boat, crazy ness. e isso vai desde shows 100% underground com 11 pessoas, larus, diesel em pelotas, república e don pepe em rio grande, boates do cassino, festas de casamento, formaturas. até em encontro de jovens eu já toquei, fazendo aqueles acordes insossos enquanto um gordinho tocava violão e uma turma do são francisco cantava alguma coisa louvando ao senhor.
também teve um dos shows mais animais que eu fiz, que saiu sem querer, num buteco no cassino. eu, o márcio, o aranha e o gabriel íamos APENAS dar uma canja, às 2 da manhã. terminamos de tocar às 4:45, quando chegou a polícia, depois da gente tocar uma porrada de música dos anos 70 e mais da metade do dark side of the moon. melhor festa de carnaval da minha vida.
amanhã eu começo de novo. 50 minutos, 6 músicas próprias, 2 covers. meio mundo me perguntando se eu tou nervoso, e eu não tou. eu tou ansioso. quero fazer esse show de uma vez. quero ouvir o que o pessoal que vai tar lá vai dizer. se vão gostar e vão querer ir a outro show um dia, é uma coisa. a única coisa que eu garanto é que a gente vai tentar fazer a coisa mais profissional possível. e que não vamos tentar tocar paranoid.
produtor gráfico: que tamanho tem o teu aí, daniel? diretor de arte: peraí que eu tou abrindo aqui. produtor gráfico: beleza. diretor de arte: olha, eu sei que tamanho terminou, mas não sei que tamanho começou.
me descobriram. tenho recebido e-mails compassivos de gente que quer me ajudar. são várias mensagens por dia, isso que eu nem sabia que minha fama tinha se alastrado tanto assim. selecionei alguns pra ilustrar.
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informativos, diretos e sinceros. quanta bondade. qualquer dia desses, recebo um abaixo-assinado.
rádio emociona as pessoas. não tou falando de ti enquanto ouvinte. tou falando de ti enquanto "falante". tu já teve a chance de falar na rádio? ok. não precisa, mesmo. tenho exemplos no dia-a-dia.
a verdade é que até mesmo as pessoas que deveriam ser acostumadas com a situação falam grandes bobagens. em 2005, o grêmio tinha o marcinho caganeira. o gil, do cruzeiro, é outro caso impagável: - e aí, gil? vale tudo pra comemorar o título? - é... só não vale dar o cu, né?
milton neves: - e o ouvite sérgio pega no meu pau aqui... OPA! pega no meu pé... pega no meu pé... com a hebe gritando no telefone: - mas miltiiiiinho!!! que isso meu fiiiilho?? hahahah!
um horror. os jogadores do grêmio até que falam bem. o mano menezes tem aquele jeito dele de dar entrevistas. às vezes é hilário, outras é um pé no saco. no beira-rio, na última semana, eu ouço entrevistas pra rir. ontem, depois de ganhar do vasco, o fernandão falou uma baita duma bobagem, provavelmente sobre o nilmar, mas eu não lembro o que foi.
no intervalo do jogo contra o sport, o abel d'água tava claramente bêbado, mas a pérola da noite foi um torcedor entrevistado no final do jogo. antes dele, outros dois deram o depoimento. os dois indignados com o time, um deles acusando o luigi de ser o culpado de tudo isso, e no final ambos mandando abraços pra não sei onde ou pra não sei quem. aí vem o terceiro, um pouco mais embriagado; - pra começar eu não vou mandar abraço pra homem, que isso é coisa de gremista. legal, meu chapa. tu vai mandar o que, então? abraço pra tua namorada? ou um beijo pro nego aranha? cada uma...
das poucas entrevistas que eu sei que o cara não se emocionou demais com a presença do mic foi dada depois do primeiro jogo da final da copa do brasil de 2001, no olímpico. e no caso, era eu o entrevistado. o corinthians tinha saído ganhando, fazendo 2 a 0 até o início do segundo tempo, e o luís mário resolveu a questão e virou o jogo pra 2 a 2. sim. virou. não lembro que rádio foi, provavelmente a guaíba, mas o cara me abordou no pátio do olímpico: - e aí, meu jovem. acha que dá pra ganhar no morumbi? - olha, depois de ter feito 2 a 0, o corinthians provavelmente não achava que o grêmio ia conseguir empatar o jogo. só que o grêmio pressionou muito e, mesmo com o corinthians tendo feito 2 gols fora de casa, acho que quem tá saiu de campo com a moral lá em cima foi o grêmio mesmo. o corinthians deve ir apavorado pro próximo jogo. - taí o sentimento gremista. valeu.
eu deveria ser comentarista! eu poderia, por exemplo, estar no lugar do paulo césar vasconcelos, aquele idiota do sportv, pois meu prognóstico foi absolutamente certeiro. e a minha entrevista poderia ser absolutamente perfeita, também, não fosse o final dela. porque quando ele ía saindo, eu resolvi deixar um abraço. e falei: - só uma coisa. eu queria deixar um abraço pro pessoal de rio grande. e guardem esse nome: HILÉIA NA CABEÇA! - ah tá. falou.
- e aí, saja. e o nervosismo do grêmio? - pergunta pro tcheco.
pois é, chiliquenta. tá na hora de tu entrar no eixo. a paciência da torcida tá indo pro espaço e com todos os motivos: NENHUM jogador do brasileirão reclama que nem tu. basta o grêmio tomar um gol e sair perdendo pra tu te descontrolar feito uma bixa.
juro que tentei. tu saiu falando e eu fiquei grudado me concentrei do jeito que pude até que fiquei cem por cento centrado na minha própria concentração. e antes mesmo que tu me pegasse pela mão pra me segurar ali e me levar contigo eu tinha saído voando. já tava longe em outro lugar.
- que coisa tansa. a guria é puta e ainda me tira uma foto numa escada de ap de motel... - de repente nem é de motel... - é sim! essa escadinha clássica sem apoio. dá até pra ver o toldo aquele que fecha a garagem. e a guria é puta. certo que é no motel. - mas como é que tu sabe que a guria é puta? - porra, de repente porque um amigo meu comeu ela e ela cobrou? - ela cobrou?? - sim. - então ele foi num puteiro? - sim. é assim que tu tem acesso às putas. tu vai ao puteiro, escolhe uma puta, ela te diz um preço... - como tu tá chulo hoje, vinícius. parece o daniel. - daniel nada. chamei ela de puta, não de mina. - mina é foda... - e aí, paula. que que tu prefere: mina ou puta? - ah, é 6 por meia dúzia. - não, ué. puta tu é puta. mina tu é corinthiana! - hm... é... prefiro puta, então.
quinta-feira, outubro 11, 2007
direto do publicidade de saia. mereceu o registro. e, também, eu não ando com tempo pra postar porra nenhuma, mesmo. meu chefe repousa de férias e o trabalho repousa sobre mim.
vou dar minha opinião sincera sobre goodbye bunker hill: É UMA DAS COISAS MAIS AFUDÊ QUE EU JÁ OUVI.
clica ali no link e escuta ela. pode vir dar a tua opinião aqui mesmo. e eu já tou pensando em fazer um post, mais adiante, falando sobre tudo o que contribuiu como inspiração em cada uma das músicas. esses tempos eu parei pra pensar em who? e me dei conta de como as referências que geraram ela são distantes... ou não. árvore é apelido: é uma verdadeira sequóia genealógica musical.
nepotismo, sim, mas como autodidata que sempre duvida das suas próprias capacidades, eu tenho total direito de ficar tera orgulhoso de mim mesmo. ainda por cima quando o primeiro comentário que eu recebo, via e-mail, é "Mas que solo, hein, Sr. Vinícius?". ;) é pra sair quicando.
se nietzche diz que as nossas escolhas ficam se repetindo ad infinitum, tem um momento da minha vida que eu gostaria de viver em replay todos os dias. uma vez meu pai sentou na minha frente e disse "vinícius, vai ter show do pink floyd aqui em bordeaux. tu TEM que ver esse show, só que eu vou tar viajando na semana do show. eu vou comprar ingresso pra ti e tu vai sozinho, tá?". não questionei. "tu TEM que ver esse show" saiu como se meu pai tivesse me dando uma missão. seria a mesma coisa se ele me dissesse "tu TEM que conhecer o louvre", como uma obrigação moral de fazer algo pelo simples fato de que aquilo é AQUILO.
e aquilo era AQUILO, mesmo. não vai rolar agora, mas um dia eu vou escrever um post só sobre o assunto. vai ser o post mais longo e chato da história desse blog, só que é uma promessa de mim pra mim mesmo. a catarse do momento mais incrível da minha vida.
e o australian pink floyd no bourbon country. vi em 2005, vou ver hoje de novo. depois daquele show de 11 de agosto de 1994, durante anos a coisa que eu mais desejei foi ver tudo aquilo de novo. se um dia existir uma máquina do tempo, esse vai ser o dia qual eu vou querer voltar. se eu tiver uma ÚNICA chance de voltar no tempo, idem. e agora eu tou fazendo as contas: quantos aussie floyds eu preciso ver pra dizer que eu já vi pink floyd duas vezes?
pois é. ganhei um bronze no colunistas RS 2007 com um anúncio de oportunidade do burger king... pra conquista da recopa pelo inter. juro que eu tentei me manter longe da coisa, mas eu tenho essa mania de ficar dando pitaco. deu nisso: o anúncio não é só meu. mas SIM, ele também é meu. e como o momento era tão dourado pro futebol gaúcho que o grêmio já tinha enterrado o santos e carimbado passaporte pra bombonera, já saí criando idéias pro anúncio que eu realmente queria fazer. e ainda tinha outros textos, alguns até mais punk, tipo: MOTIVOS PARA VOCÊ COMEMORAR O TRI DA LIBERTADORES NO BURGER KING. Muito simples: os outros hambúrgueres são fáceis demais de comer.
DEPOIS DE METER O BOCA, META A BOCA. Whopper Triplo. Triplo como a glória tricolor.
FOME DE TRI. Whopper Triplo. Você já fez um bocão. Comemore fazendo uma boquinha. só que aí primeiro o juiz e depois o riquelme... ¬¬
já estou convencido de que, mais cedo ou mais tarde, eu vou acabar recomprando todos os principais CDs da minha vida. eles obviamente gastam de tanto rodar. ano passado mesmo, a mariana me trouxe minha segunda cópia do the soul cages da alemanha, porque nunca mais vi pra vender no brasil.
só que a cultura tem aquele sistema burro em que tu tem que perguntar prum carinha quanto custa um CD. não tá escrito na caixa. e as maquininhas que ficavam nas gôndolas sumiram. fui pro balcão: - cara, quanto custa esse aqui? (passa o CD na maquininha). - 16,66. - ?!?! esse CD custa 16 pila?? - sim. - ...e é só passar no caixa?
16 PILA PELO SCENES FROM A MEMORY! mas o mais estranho é eu saber que eu cheguei a desconfiar do preço de um CD por ele custar o que ele REALMENTE custa. como é caro comprar CD no brasil.