segunda-feira, novembro 05, 2007

spirit of radio

rádio emociona as pessoas. não tou falando de ti enquanto ouvinte. tou falando de ti enquanto "falante". tu já teve a chance de falar na rádio? ok. não precisa, mesmo. tenho exemplos no dia-a-dia.

a verdade é que até mesmo as pessoas que deveriam ser acostumadas com a situação falam grandes bobagens. em 2005, o grêmio tinha o marcinho caganeira. o gil, do cruzeiro, é outro caso impagável:
- e aí, gil? vale tudo pra comemorar o título?
- é... só não vale dar o cu, né?

milton neves:
- e o ouvite sérgio pega no meu pau aqui... OPA! pega no meu pé... pega no meu pé...
com a hebe gritando no telefone:
- mas miltiiiiinho!!! que isso meu fiiiilho?? hahahah!

um horror.
os jogadores do grêmio até que falam bem. o mano menezes tem aquele jeito dele de dar entrevistas. às vezes é hilário, outras é um pé no saco. no beira-rio, na última semana, eu ouço entrevistas pra rir. ontem, depois de ganhar do vasco, o fernandão falou uma baita duma bobagem, provavelmente sobre o nilmar, mas eu não lembro o que foi.

no intervalo do jogo contra o sport, o abel d'água tava claramente bêbado, mas a pérola da noite foi um torcedor entrevistado no final do jogo. antes dele, outros dois deram o depoimento. os dois indignados com o time, um deles acusando o luigi de ser o culpado de tudo isso, e no final ambos mandando abraços pra não sei onde ou pra não sei quem. aí vem o terceiro, um pouco mais embriagado;
- pra começar eu não vou mandar abraço pra homem, que isso é coisa de gremista.
legal, meu chapa. tu vai mandar o que, então? abraço pra tua namorada? ou um beijo pro nego aranha? cada uma...

das poucas entrevistas que eu sei que o cara não se emocionou demais com a presença do mic foi dada depois do primeiro jogo da final da copa do brasil de 2001, no olímpico. e no caso, era eu o entrevistado.
o corinthians tinha saído ganhando, fazendo 2 a 0 até o início do segundo tempo, e o luís mário resolveu a questão e virou o jogo pra 2 a 2. sim. virou.
não lembro que rádio foi, provavelmente a guaíba, mas o cara me abordou no pátio do olímpico:
- e aí, meu jovem. acha que dá pra ganhar no morumbi?
- olha, depois de ter feito 2 a 0, o corinthians provavelmente não achava que o grêmio ia conseguir empatar o jogo. só que o grêmio pressionou muito e, mesmo com o corinthians tendo feito 2 gols fora de casa, acho que quem tá saiu de campo com a moral lá em cima foi o grêmio mesmo. o corinthians deve ir apavorado pro próximo jogo.
- taí o sentimento gremista. valeu.

eu deveria ser comentarista! eu poderia, por exemplo, estar no lugar do paulo césar vasconcelos, aquele idiota do sportv, pois meu prognóstico foi absolutamente certeiro.
e a minha entrevista poderia ser absolutamente perfeita, também, não fosse o final dela. porque quando ele ía saindo, eu resolvi deixar um abraço. e falei:
- só uma coisa. eu queria deixar um abraço pro pessoal de rio grande. e guardem esse nome: HILÉIA NA CABEÇA!
- ah tá. falou.

é. o rádio emociona qualquer pessoa.

quinta-feira, novembro 01, 2007

pergunta pro argentino.

- e aí, saja. e o nervosismo do grêmio?
- pergunta pro tcheco.

pois é, chiliquenta. tá na hora de tu entrar no eixo. a paciência da torcida tá indo pro espaço e com todos os motivos: NENHUM jogador do brasileirão reclama que nem tu. basta o grêmio tomar um gol e sair perdendo pra tu te descontrolar feito uma bixa.

vai te foder.

sexta-feira, outubro 19, 2007

metaconcentração

juro que tentei.
tu saiu falando e eu fiquei grudado
me concentrei do jeito que pude
até que fiquei cem por cento centrado
na minha própria concentração.
e antes mesmo que tu me pegasse pela mão
pra me segurar ali e me levar contigo
eu tinha saído voando.
já tava longe
em outro lugar.

quarta-feira, outubro 17, 2007

esse pessoal da criação não é mole...

- que coisa tansa. a guria é puta e ainda me tira uma foto numa escada de ap de motel...
- de repente nem é de motel...
- é sim! essa escadinha clássica sem apoio. dá até pra ver o toldo aquele que fecha a garagem. e a guria é puta. certo que é no motel.
- mas como é que tu sabe que a guria é puta?
- porra, de repente porque um amigo meu comeu ela e ela cobrou?
- ela cobrou??
- sim.
- então ele foi num puteiro?
- sim. é assim que tu tem acesso às putas. tu vai ao puteiro, escolhe uma puta, ela te diz um preço...
- como tu tá chulo hoje, vinícius. parece o daniel.
- daniel nada. chamei ela de puta, não de mina.
- mina é foda...
- e aí, paula. que que tu prefere: mina ou puta?
- ah, é 6 por meia dúzia.
- não, ué. puta tu é puta. mina tu é corinthiana!
- hm... é... prefiro puta, então.

quinta-feira, outubro 11, 2007

direto do publicidade de saia. mereceu o registro.
e, também, eu não ando com tempo pra postar porra nenhuma, mesmo. meu chefe repousa de férias e o trabalho repousa sobre mim.

quinta-feira, outubro 04, 2007

hello bunker hill.

vou dar minha opinião sincera sobre goodbye bunker hill: É UMA DAS COISAS MAIS AFUDÊ QUE EU JÁ OUVI.

clica ali no link e escuta ela. pode vir dar a tua opinião aqui mesmo. e eu já tou pensando em fazer um post, mais adiante, falando sobre tudo o que contribuiu como inspiração em cada uma das músicas. esses tempos eu parei pra pensar em who? e me dei conta de como as referências que geraram ela são distantes... ou não. árvore é apelido: é uma verdadeira sequóia genealógica musical.

nepotismo, sim, mas como autodidata que sempre duvida das suas próprias capacidades, eu tenho total direito de ficar tera orgulhoso de mim mesmo. ainda por cima quando o primeiro comentário que eu recebo, via e-mail, é "Mas que solo, hein, Sr. Vinícius?". ;)
é pra sair quicando.

letra do arthur, música minha e do chan.
manda bala: myspace.com/absenceofbr.

terça-feira, outubro 02, 2007

o eterno retorno.

se nietzche diz que as nossas escolhas ficam se repetindo ad infinitum, tem um momento da minha vida que eu gostaria de viver em replay todos os dias. uma vez meu pai sentou na minha frente e disse "vinícius, vai ter show do pink floyd aqui em bordeaux. tu TEM que ver esse show, só que eu vou tar viajando na semana do show. eu vou comprar ingresso pra ti e tu vai sozinho, tá?".
não questionei. "tu TEM que ver esse show" saiu como se meu pai tivesse me dando uma missão. seria a mesma coisa se ele me dissesse "tu TEM que conhecer o louvre", como uma obrigação moral de fazer algo pelo simples fato de que aquilo é AQUILO.

e aquilo era AQUILO, mesmo. não vai rolar agora, mas um dia eu vou escrever um post só sobre o assunto. vai ser o post mais longo e chato da história desse blog, só que é uma promessa de mim pra mim mesmo. a catarse do momento mais incrível da minha vida.

e o australian pink floyd no bourbon country. vi em 2005, vou ver hoje de novo. depois daquele show de 11 de agosto de 1994, durante anos a coisa que eu mais desejei foi ver tudo aquilo de novo. se um dia existir uma máquina do tempo, esse vai ser o dia qual eu vou querer voltar. se eu tiver uma ÚNICA chance de voltar no tempo, idem. e agora eu tou fazendo as contas: quantos aussie floyds eu preciso ver pra dizer que eu já vi pink floyd duas vezes?

sexta-feira, setembro 28, 2007

acidente de trabalho.

pois é. ganhei um bronze no colunistas RS 2007 com um anúncio de oportunidade do burger king... pra conquista da recopa pelo inter. juro que eu tentei me manter longe da coisa, mas eu tenho essa mania de ficar dando pitaco. deu nisso:
o anúncio não é só meu. mas SIM, ele também é meu. e como o momento era tão dourado pro futebol gaúcho que o grêmio já tinha enterrado o santos e carimbado passaporte pra bombonera, já saí criando idéias pro anúncio que eu realmente queria fazer.
e ainda tinha outros textos, alguns até mais punk, tipo:
MOTIVOS PARA VOCÊ COMEMORAR O TRI DA LIBERTADORES NO BURGER KING.
Muito simples: os outros hambúrgueres são fáceis demais de comer.

DEPOIS DE METER O BOCA, META A BOCA.
Whopper Triplo. Triplo como a glória tricolor.

FOME DE TRI.
Whopper Triplo. Você já fez um bocão. Comemore fazendo uma boquinha.

só que aí primeiro o juiz e depois o riquelme... ¬¬

enfim. a pública também levou outro prêmio, uma prata pelo maximídia sat 2006 em mídia digital. é isso aí, mano. vamo atrás do nosso espaço!

é fato.

quanto mais eu tento dormir cedo, menos eu consigo.

quarta-feira, setembro 26, 2007

economizar & comprar bem.

já estou convencido de que, mais cedo ou mais tarde, eu vou acabar recomprando todos os principais CDs da minha vida. eles obviamente gastam de tanto rodar. ano passado mesmo, a mariana me trouxe minha segunda cópia do the soul cages da alemanha, porque nunca mais vi pra vender no brasil.

aí ontem eu fui bater o ponto na cultura (porque eu entro lá, olho pra seção de metal e vou embora de mãos vazias e decepcionado) e vi ali, parado, o scenes from a memory. a minha cópia não apenas chegou ao estado de bagaço total, como ainda por cima eu emprestei e esqueci pra quem foi.

só que a cultura tem aquele sistema burro em que tu tem que perguntar prum carinha quanto custa um CD. não tá escrito na caixa. e as maquininhas que ficavam nas gôndolas sumiram. fui pro balcão:
- cara, quanto custa esse aqui?
(passa o CD na maquininha).
- 16,66.
- ?!?! esse CD custa 16 pila??
- sim.
- ...e é só passar no caixa?

16 PILA PELO SCENES FROM A MEMORY! mas o mais estranho é eu saber que eu cheguei a desconfiar do preço de um CD por ele custar o que ele REALMENTE custa. como é caro comprar CD no brasil.

terça-feira, setembro 25, 2007

tem horas que

escrever dá uma baaaaaaaita fadiga. (insere bocejo).

segunda-feira, setembro 17, 2007

desde que me conheço por porto-alegrense, essa cidade vive em obras. e parece que elas me perseguem. teve uma época que eu tinha certeza que elas variavam conforme o lugar onde eu trabalhasse. faz alguns meses, entretanto, elas chegaram aqui em casa.

então chego em casa de noite com aquela caralhada de trecos piscando laranja. e sempre aquela plaquinha: "DMAE em obras". mas, porras, se é o DMAE que tá em obras, por que o buraco é aqui??

quinta-feira, setembro 13, 2007

renan calheiros absolvido.

EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON! EDÍLSOOON!

quarta-feira, setembro 12, 2007

quinta-feira, setembro 06, 2007

www.myspace.com/absenceofbr


a absence of nasceu do próprio nome e de algumas coincidências. do próprio nome porque foi isso mesmo que aconteceu. me ocorreu a idéia primeiro com o jogo de palavras e só então a idéia de ter uma banda com esse nome.

foi quase instantâneo, na verdade. o nome bateu e trouxe junto uma puta vontade de botar ele em prática. só que não fazia sentido montar outra banda enquanto eu tinha a hiléia, assim como não havia sentido em sequer pensar em tentar convencer o ivan a mudar o nome da banda. então eu tinha na cabeça uma idéia que eu mesmo julgava genial, impactante e poderosa, mas que não via a menor perspectiva de executar.

e aí começam as coincidências: a hiléia acabou 2 ou 3 dias depois. ok, isso me deixou triste pra caralho. a questão era clara: como eu e o ivan concentrávamos a maior parte da criação da banda na gente, tanto letra quanto música, se um de nós saísse a banda acabava. e assim se fez. o ivan disse "tô fora" e eu disse "eu também", que era a mesma coisa que dizer "então acabou". tanto faz. acabou que eu sentei na cama e, numa boa, chorei. não era pra menos. parecia que eu nunca mais ia conseguir montar uma banda com as pessoas tão orientadas prum tipo de som.

mas eu tava enganado. passado o luto, ou seja, alguns dias depois, acionei uma coincidência anterior: a victória namorava aquele tal de orontes, um guri que ela tinha me apresentado na saída do show do australian pink floyd em junho de 2005, quando eles nem namoravam, sob o pretexto de "ele também tem uma banda com um som tipo o teu!". as músicas da ektapang eram completamente loucas e muito mal gravadas, mas eu curtia os arranjos deles, especialmente os timbres da guitarra e os direcionamentos melódicos e harmônicos. convidei o orontes, guitarrista, e o chan, irmão dele, baterista, pra entrar na história.

pro vocal, nova coincidência. ou conhecidência, nesse caso. porque o arthur era amigo de uma amiga minha e amigo do ex-professor de guitarra do orontes, coisa de 6 ou 7 anos atrás. não foi o primeiro nome que eu pensei, e eu até achava que ele não ia aceitar por causa da indriya. mas ele já tinha me convidado pra dois projetos, um deles sendo um marillion cover, e eu tinha ótimas referências da performance dele (mesmo que as pessoas que me falassem dele também tinham só as referências. nem a namorada lembrava dele cantando até outubro ou novembro do ano passado). expliquei minhas idéias pro arthur e ele topou.

e no baixo, era pra ser o ivan. convidei, mas ele disse que dificilmente toparia algo em porto alegre. ele ainda tinha a faculdade de música em pelotas, e não tinha perspectiva de se mudar pra capital, ainda menos se fosse só por uma banda. e então a última coincidência: quando eu convidei o orontes, ele me falou que a ektapang também não andava legal, e que poderia terminar. logo, o baixista deles também ficaria sem banda. logo, o daniel era uma pedida óbvia.

hoje eu botei no ar, na nossa página do myspace, o primeiro resultado dessa confusão toda. I'm coming foi feita pra ser exatamente do jeito que ela é: direta, sem rodeios, pra passar uma sensação de gana. tudo gravado em casa, como eu anunciei em vários posts desde janeiro, exceto pelos vocais e pela bateria. ela é a primeira de 4 que a gente tá terminando de gravar agora, e eu espero que o primeiro verso dela seja exatamente o que a banda representar pra quem ouvir nosso som:

more than what you wish
more than what you think of me
more than you ever expected
or what you wished me to be

escuta lá e depois pode vir me dizer aqui o que tu achou. se quiser a mp3, é só pedir. e eu sou pai orgulhoso pra caralho de um nome que foi além do nome.

nice.

dia 22 vai fazer um ano que eu me dirigi ao olímpico num sábado sem jogo. peguei uma fila que demorou mais do que aquele atrolho do portão 10. tudo porque o grêmio não indicava outra coisa que uma disputa de libertadores em 2007, e eu sabia que se eu não associasse eu e meu irmão a gente ia ficar de fora dessa. dessa de qualquer jogo importante.

e em dias de jogo nem tão importante assim segue vantajoso. tu sai do trabalho e vai pra aula. sai da aula e entra 5 minutos antes do segundo tempo começar, sem nenhuma culpa de ter pedido o primeiro e pagar (pagar?) pra ver só metade. e ainda vê o tuta dar passe de letra pro hidalgo dizer, com muita autoridade, "vai, sandro. faz esse pra quem já te comparou com o edinho". um horror.

obs. 1: preciso ver o lance do labarthe na TV. não sabia que chutar a gol dava expulsão.

obs. 2: post escrito ao som de I'm coming, da absence of. eu e o arthur já aprovamos ela. a menos que os outros 3 rapazes da banda levantem algum ponto, é questão de horas pra ela estrear no myspace.

segunda-feira, setembro 03, 2007

flashback/perspectivas para o futuro.


grêmio e botafogo 2007.


grêmio e botafogo 2006.

ontem no olímpico de 28 mil pessoas eu me sentia em 2006. o tuta que era um rômulo, e parecia até que o hugo e o lucas tavam jogando.
...se bem que parece mesmo que o grêmio procura um reforço pra posição de "polaco".

/

sábado fomos à casa do valmor pra dar um pitaco nas mixagens de I'm coming e goodbye bunker hill. I'm coming deve ficar pronta essa semana. acho que vai ficar exatamente do jeito que eu imaginei ela quando compus: pesada, densa e direta.

e em bunker hill nós infiltramos alguns samplers do pergunte ao pó, um filme que não tem nada de mais, a não ser a salma hayek pelada em plano aberto (melhor cena do filme. se o oscar fosse como premiação de propaganda e desse pra inscrever cenas isoladas, assim como se pode inscrever anúncios isolados, oscar pra ela).
a música sem os samplers já tava monumental, mas os diálogos deixaram a coisa muito maior. arrepiei ouvindo, mesmo sem grandes mixagens. a música tá ficando tão espetacular que nós decidimos não mostrar ela pra ninguém. do jeito que andam as coisas, em seis meses vem uma bandinha européia e qualquer e leva ela por alguns milhões de euros.

e a agatha, filha do nosso co-produtor/faz-quase-tudo vai ser uma gathinha. (trocadilho inevitável).

sábado, setembro 01, 2007

déjà vu.

01:45 da manhã e eu estou na agência. acabei de perder o churrasco da turma do pós, sendo que o andrei já me lançou a notícia de que a fernanda foi de sóbria a out-of-the-little-house em 0.3 segundos.
não é a primeira vez. ano passado, no dia 3 de março, ou seja, logo depois do carnaval, com todo mundo de férias, eu tava aqui, só que no lado oposto da sala.

pelo menos dessa vez eu não estou sozinho.