terça-feira, junho 22, 2010

quarta-feira, junho 16, 2010

ééé, amiiigooo...

corrigindo um encarte de um cliente meu, agora. um produto de fiambreria que era "c/ Pele", eu quase corrigi para "c/ Pelé".

É COPA DO MUUUUUNDO...

terça-feira, junho 15, 2010

provocando o adversário, maneira incorreta:

o brasil vai lançar foguete
coréia também vai lançar

lança, coréia! lança!
eu qu- (fim do mundo devido a ataque nuclear norte-coreano).

terça-feira, maio 11, 2010

pink floyd 94, o vídeo definitivo.

já perdi a conta de quantas vezes falei de pink floyd. ou falei do pulse. ou falei do show. ou falei que, no show que eu vi, abriu com astronomy domine e tocaram learning to fly sem o mr. screen, com pássaros sendo projetados na tela durante a parte dos lasers. já perdi a conta de quantas vezes agradeci mentalmente ao chad hurley e ao steve chen por terem criado o youtube ou aos pirateiros de plantão por terem feito tantos bootlegs dos shows da division bell tour. também já perdi a conta de quantas vezes entrei no youtube e digitei "pink floyd 1994" e classifiquei os resultados por data de postagem.

mas até hoje nunca tinha visto um vídeo com tanta qualidade. eis o vídeo definitivo disso tudo:


o cara postou o show inteiro, incluindo a great day for freedom, uma puta raridade:


depois vou tirar um tempinho pra ver tudo. mais de duas horas de show, uala...

segunda-feira, maio 10, 2010

a situação mais irônica que eu já vi num evento musical

foi em 2004, na feira do livro da praia do cassino, em rio grande. um gurizinho de 7 anos, por sinal ultra afinado, cantava bruno e marrone:

Do jeito que você me olha
Vai dar namoro!
Vai dar namoro
Pousou um avião...

foda. o guri era cego.

sexta-feira, maio 07, 2010

das vezes em que eu quase morri, parte I

nos últimos anos, eu já quase morri algumas vezes. quase morri na última reta de 2009, por exemplo. quase morri indo pra praia pro feriado de finados do ano passado, também (ainda não fiz post disso, mas o arthur lembrou a cena nos comentários do post que eu linkei acima).

e quase morri em novembro de 2005. lembrei disso porque agora há pouco vi um cara comentando que o youtube tava dando um erro estranho. acessei pra ver o que era e não tinha erro nenhum, mas entre as indicações de vídeos tinha um de uma tempestade em porto alegre:


olhei a data e pensei "será?". quando aquilo (quase) me aconteceu, eu escrevi um texto e botei no meu perfil do orkut. deixei ele salvo num txt no meu micro, também. como diz a vó do samuca, "quem guarda, tem". e, realmente... a mulher filmou a chegada da tempestade que me fez passar por um dos momentos mais apavorantes da minha vida. agora lendo o texto acho que não consegui passar direito a sensação da hora, mas porra... o cara deu uma PORRADA no poste. eu jurei que os cabos iam arrebentar. e chovia tanto e o chão tava tão molhado que eu acho que não ia fazer diferença o cabo tocar em mim ou não. eu ia torrar. eis o texto:

Como eu quase morri no dia em que POA inundou.
Sexta-feira, 4/11/2005

sexta-feira, por volta das 20 horas. como de praxe, eu estava na academia. primeiro a chuva torrencial, depois as pequenas pedras, e finalmente a água atravessando a academia, entrando pela porta dos fundos com força e saindo pela porta da frente. fim dos exercícios, saída sem alongar. demos um tempo ali na frente pra ver se parava, mas são pedro não dava nenhum sinal. foda-se.

fui pela chuva com a minha toalha irônica no pescoço. a joão wallig com água pelos cantos da calçada, os carros um a um dando ré: no cruzamento da rua com a teixeira mendes a água já dava no joelho.

é uma merda andar de óculos numa chuva dessas. sem óculos tu não vê nada. de óculos também. além disso, tava difícil adivinhar onde estavam os bueiros. resolvi ir por uma ruazinha de cima.

cheguei lá, toda a água que vinha da protásio alves descia a todo pau, gerando aquelas ondas estáticas, saltos d'água. onde estão as trutas porto-alegrenses? nenhum surfista pra aproveitar a pororoca dos pampas. e eu ali olhando e pensando "merda".

voltei pra joão wallig. desisti. voltei pra tal ruazinha de cima. vi uma lotação virada pro lado da correnteza, mas quando tive a idéia de perguntar se ele ia atravessar mesmo (e se eu podia ir junto) ele embicou num portão para conseguir dar ré. mesmo assim, fui do lado:
- opa. o sr. vai tentar atravessar por outro ponto?
- não dá. a correnteza tá muito forte pra tudo que é lado.
o chácara das pedras é mesmo terrível nesse aspecto.

foi então que eu vi a vida (ou a morte?) me dar mais uma chance: a lotação estava perfeitamente perpendicular em relação ao sentido da rua. eu virei pro outro lado, para voltar para a joão wallig. o motorista deu ré, e eu escutei a batida, logo sucedido do som de algo que se estica e é puxado com violência. virei pra trás: a lotação tinha batido num poste, que ainda estava de pé. me veio aquele pavor: sem óculos eu pude ver que um feixe de cabos, ainda firme, saía daquele poste direto pra casa atrás de mim, e passavam EXATAMENTE sobre a minha cabeça. saí correndo, feliz com os engenheiros que não dotaram automóveis de segunda marcha para dar ré.

PS: mas continuo afirmando que malditos são aqueles que não inventaram o teletransporte ACME.
PS2: leptospirose?

quinta-feira, abril 29, 2010

devido ao ritmo frenético das últimas três semanas, devo admitir que me sinto perto de atingir o nível das máquinas.

se bem que talvez as máquinas descansem mais do que eu. e não vão avaliar trabalho de conclusão de alunos da faccat.

quinta-feira, abril 15, 2010

dead again. again.

pete steele um dia serrou seus próprios caninos pra ficar com ares vampirescos e era feio pra caralho. um feio de quase 2 metros de altura que, por conta disso, de um relativo sucesso cult no meio underground americano, da falta de grana e de um pau enorme, posou nu para a playgirl na década de 90.

era drogado, bêbado, tomou tufo de não sei quantas namoradas e, aproveitando seu visual altamente obscuro e seu gosto pela depressão, formou o type o negative pra fazer sua catarse e mudar de ares em relação às suas bandas anteriores, o fallout e o carnivore.

forjou sua própria morte (midiaticamente) várias vezes. mas morreu, mesmo, ontem.

foi uma das figuras mais controversas que eu vi no mundo do metal. todas as entrevistas que eu li do cara foram de uma sinceridade absurda e, mais do que isso, de uma demonstração de inteligência absurda. apesar da luta constante contra os próprios defeitos, era dono de uma crítica e autocrítica gigantes, e não por menos escreveu letras espetaculares sobre os temas mais variados:
tipos pervertidos, drogas, discriminação racial (kill all the white people, then we'll be free. e ele é branco), lirismo fantástico e letras de amor tando devotado (love you to death ou be my druidess) quanto de situações mais realistas (die with me), o que tirava dele qualquer suspeita de só saber escrever coisas enfadonhamente dark ou góticas.

gozado é que domingo agora, na saída do ensaio, eu e o chan saímos falando exatamente sobre a capacidade lírica e musical do pete. mesmo sendo o type o negative muito caracterizado pela temática sarcástica do pete em relação à própria vida e depressão, os discos da banda sempre foram marcados por músicas pesadas bonitas, melódica e harmonicamente. e pelo estilo inconfundível do vocal grave e do baixo com distorção, que dava liberdade pra guitarra ficar menos nos riffs e mais nas melodias e solos. foi por isso que, quando meu pai comprou o october rust em 97, eu roubei dele 2 dias depois e o disco nunca mais voltou pra coleção dele. october rust que, aliás, é um discaço, uma sonzeira atrás da outra: love you to death, be my druidess, haunted, wolf moon e a IMPAGÁVEL my girlfriend's girlfriend, she looks like... you! my girlfriend's girlfriend, she's my girl... 2! isso é genial. até hoje piro escutando esses sons, coisa que eu vou fazer agora, por sinal.

mas como esse texto veio me de sopetão e ficou uma bosta, eu vou copiar a sensacional letra de the green man e salvar o post. vai em paz, gênio!

spring won't come, the need of strife to struggle
to be freed from hard ground
the evening mists that creep and crawl
will drench me in dew and so drown

I'm the green man
the green man


sol in prime sweet summertime
cast shadows of doubt on my face
a midday sun, it's caustic hues
Refracting within the still lake

autumn in her flaming dress
of orange, brown, gold fallen leaves
my mistress of the frigid night
I worship pray to on my knees

winter's breath of filthy snow
befrosted paths to the unknown
have my lips turned true purple

life is coming to an end
so says me, me wiccan friend
nature coming full circle

I'm the green man
the green man





ah, sim. oi blog. tudo bem?

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

?

toda vez que eu entro na academia, entro com um objetivo bem definido: sair. não que eu não goste de ir lá treinar (é bem o contrário: é quase um processo terapêutico de desligamento de cérebro, o melhor pra quem definitivamente não é um grande "olhador de televisão"), mas fico de cara de se permaneço lá por 1 hora ou mais. acho do caralho quando consigo sair em 40 minutos, mas isso só é possível em alguns treinos específicos.

portanto, mesmo me dando bem com quase todo mundo lá, eu prefiro os horários mais vazios do meio da manhã ou do final da noite e, se ninguém puxar papo comigo, só abro a boca pra dizer "e aí" e "falou". os períodos de descanso são gastos andando em círculos. teoricamente eu faria isso pra não quebrar o ritmo do coração, mas a verdade é que eu ando em círculos em casa quando tou no telefone. é TOC.

agora que você já está contextualizado, conto o que aconteceu hoje. era quase meio dia e a galera do horário do almoço chegou lá pra malhar. tudo gente de empresas da volta. num dos meus "intervalos de urubu", um cara de óculos olhou pra mim e disse:
- tu trabalha com informática?

a cara que eu fiz foi exatamente a do título deste post:
- ?
- se tu trabalha com informática.
- ahaha. como assim? baseado em que?
- é que tu é o estereótipo!
- po, valeu por me chamar de nerd. alto, magro...
- ahaha, não, não é bem por isso. é o jeito.
- ah, beleza. então de repente o comportamento autista de andar em círculos pela academia entre um exercício e outro.
- nah, isso o cara faz pra manter os batimentos em alta.
- bom, tudo bem. eu confesso que eu tenho um diploma de técnico em informática.
- ó! viu o feeling?
- mas eu larguei por total inaptidão. eu não era nerd o suficiente. eu sou publicitário.
- e eu... trabalho numa empresa de TI.

aí não entendi se o cara queria me contratar ou se ele queria outra coisa por aparentemente ter se identificado comigo. batendo papo com ele depois descartei a segunda opção. de qualquer forma, é uma situação engraçada alguém chegar pra ti e te dar uma assim, na cara. esses tempos eu encontrei o bernard, meu colega da primeira turma da worldengine, na qual ele era guitarrista. ele tava na sessão de gravação dos hammonds, pianos e mellotrons de 12th, na lado b. aí ele largou essa pro valmor, comigo junto:
bernard: cara, o vinícius tá diferente...
eu: hehe. é que eu cortei o cabelo.
bernard: não... tu tá mais gordinho...

não consigo parar de rir disso. por sinal, o vídeo de 12th, que eu não postei aqui. vale a pena ler a descrição da música no youtube:

PS: já devia fazer uns 2 anos que eu tentava escrever um post com o título "?". mas nunca achei um motivo realmente genuíno. agora achei.

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

terça-feira, janeiro 19, 2010

o motociclista bom.

(tentando tirar o atraso dos assuntos aqui...)


eu fiquei meio puto da cara quando pintou na TV aquela (essa) campanha do motorista legal. o primeiro comercial que eu vi foi esse acima, do cara que safava o motoqueiro, 90% de chances de ser um motoboy. fiquei puto porque esse filme sozinho transfere a responsabilidade: o motorista é que tem que ter respeito pelos outros - o cara da moto pode ser inconsequente. logo, no meu carro, tenho que prever o imprevisível pra evitar que um idiota morra. depois vi o resto da campanha e saquei que ali tem puxão de orelha pra todo mundo. aí sim, legal.

em todo caso, motoboys são os mágicos do trânsito. do nada eles brotam no teu espelho, em geral quando tu tá fazendo uma passagem de uma pista pra outra, dando sinal. eles não tão nem aí. enfiam o pé (ou o punho) e atiram a moto pra cima de ti. se der merda, tu que te estrepe tentando provar que a culpa é do outro. e ainda periga pintar outro motoboy pra testemunhar a favor da classe. mas motoboy é apenas a caricatura da coisa. motoqueiros em geral aprontam horrores por aí. e eu já ruminava toda a minha raiva contra a campanha quando lembrei duma coisa que me aconteceu no final de 2008, no início da dom pedro II, logo depois da saída do viaduto da assis brasil.

eu tinha ido num cliente lá passando o aeroporto, perto da fronteira com santa catarina... nah, tou brincando. era na ceasa. na volta, peguei a perimetral às 18:30. subi e desci o viaduto pela pista da esquerda, o que fez com que, graças à esperteza dos nossos engenheiros de trânsito, eu do nada me encontrasse na pista do ônibus, rumo ao corredor central. resolvi trocar para a pista à minha direita, e obviamente ninguém me deixou passar. entendo os outros. eu devia ter planejado isso antes, e ninguém quer perder o sinal verde. de repente a fila parou e eu pude entrar. quem segurou a fila pra mim era... um cara de moto.

odeio motoqueiros que passam a mil pelo corredor quando tu tá ali parado, esperando o sinal abrir, mas eu precisava retribuir pro cara. colei meu carro no canteiro central e abri espaço pro cara passar. 10 motoboys passaram, o cara não. insisti. mais 10 motoboys, o cara seguia atrás de mim, bem no meio do meu retrovisor. ainda tentei de novo, e mesma coisa.

entendi que eu tava diante, ou melhor, à frente de uma cabeça privilegiada. e apesar de sacar de todos os riscos envolvidos, botei meu carro pra direita na pista, ferrei com todos os 10 motoboys que passariam por ali e abri um espaço pro cara à minha esquerda, entre eu e o canteiro. o cara não veio. abri o vidro e chamei ele, ele meio que titubeou, mas veio. tudo era absurdo: o cara plantado atrás de mim, eu chamando ele pra bater um papo na perimetral lotada... falei pra ele:
- cara, sei lá. preciso te dar a real. nunca vi isso antes. tu é o primeiro motoqueiro que não costura e não passa voando pelo corredor.
o cara ficou tri sem jeito, e pelo que ele disse, não sem motivo:
- po, velho. valeu! e pior que eu conto pras pessoas e ninguém acredita em mim!
- sim. tu nunca sabe de onde vai sair um maluco a milhão, dá medo até de trocar de pista.
- pois é. eu prefiro gastar uma horinha a mais pra chegar em casa do que ficar me arriscando. mas o pior é isso: eu conto que eu faço isso e os caras acham que eu tou de sacanagem...
- po, meus parabéns, cara. tu é uma cabeça diferente, mesmo.
- heheh. valeu!

fechei o vidro. ele deu ré com os pés e VOLTOU pro lugar dele, atrás do meu carro. depois quando eu dobrei num retorno, passou por mim e deu uma buzinadinha. achei engraçado que, por pura curiosidade de falar com uma figura dessas, eu acabei praticamente "fazendo o dia" do cara. mas é aquela velha história: as pessoas só reconhecem teus atos de bondade triviais, porém constantes, o dia que tu pega uma metralhadora e mata 8 no cinema do shopping. aí alguém vem e diz:
- o fulano?? sério?? mas ele era tão bom...

e nunca mais vi motoqueiro fazer NADA parecido.

terça-feira, dezembro 29, 2009

...

às 23:45 deste domingo 27 de dezembro de 2009 eu sobrevivi a um acidente rodoviário. “sobrevivi” talvez seja meio forte demais, mas não tenho certeza.

o fato é que eu tava vendo dvd no notebook quando, de repente, rolou a freada brusca, a guinada em direção ao acostamento da direita, uma nova guinada – agora para o outro acostamento, o da contramão – e aí, finalmente, eu vi que tinha um carro girando na pista, ao lado do ônibus. me senti como se eu fosse uma daquelas câmeras de carros de policia americanos no programa “vídeos incríveis”.

escrevo este texto no meu notebook às 00:55. neste momento o motorista está num posto da prf fazendo a ocorrência. o outro motorista aparentemente fugiu.

é gozado. eu sei o que aconteceu, eu podia tar no barranco da beira da 116 agora... mas não tou nem fiquei nervoso. minha tranqüilidade chega a sugerir niilismo. acho que a ficha ainda não caiu.

““sobrevivi” talvez seja meio forte demais” talvez seja justamente devido ao fato de que a ficha ainda não caiu. mas não tenho certeza.

obs1: eu corri desesperadamente pra poder pegar o bus das 21.
obs2: na parada do grill, eu entendi o motorista dizer “20 minutos” na descida. Atrasei a saída, porque ele na verdade disse “15”.
obs3: o bus das 22 acaba de passar por nós.

quarta-feira, dezembro 23, 2009

novo comercial do itaú

o novo comercial de fim de ano do itaú (não achei no youtube) tem o seguinte texto.
em qualquer lugar, em qualquer idioma, o amor, a união e o PERDÃO foram feitos para você.

"e o PERDÃO"? arrã... quero ver na hora de perdoarem os juros de um empréstimo.

terça-feira, dezembro 22, 2009

ganhando grana com a desgraça alheia

a mulher (ex) do tiger woods vai pedir meio bilhão como RECOMPENSA pelo divórcio com o cara. sim, meio bilhão não é indenização. é um prêmio!

e ainda quer a guarda das crianças, alegando que o cara é viciado em sexo e calmantes. garanto que o vício em sexo não foi problema quando ela abriu as pernas pra ver se já amarrava o cara na primeira vez.

mas o legal mesmo foi isso aqui: "A possível causa foi uma agressão por ciúmes por parte de sua esposa. A ex-modelo sueca teria descoberto que seu marido tinha tido diversas amantes antes e durante seu casamento. A ampla lista de mulheres veio à tona após o acidente, vindo inclusive de algumas delas."

haueihuieahea
vou fazer as camisetas "I fucked Tiger Woods". deve dar dinheiro. a lista é ampla e elas não têm vergonha de falar!

sábado, dezembro 12, 2009

É HOJE.

...o link abaixo.

***

planejamento urbano.
há pouco mais de uma hora, as ruas de porto alegre se encontravam perfeitamente navegáveis.

quinta-feira, dezembro 03, 2009

absence of + ankh + prophajnt, dia 12/12 no eclipse studio bar


absence of com 2 composições novas + 2 covers "inéditos", além de sorteio de camisetas e CDs demo da banda. estejam lá, até porque precisamos da força da galera pra empatar a casa.

e eu gostaria muito de contar com a nobre presença do guilherme, que nunca foi num show da AO. heuieh

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Absence Of and The HOT AS A HELL experience

como ninguém mais deve lembrar, especialmente porque eu ando na preguiça absoluta pra postar aqui, a absence of tocou no garagem dia 17/10, no evento chamado de hot as a hell, com as competentes it's all red (banda cujo próximo CD deve contar com duas participações minhas), disrupted inc. e one of them.

dado que amanhã ou sexta no máximo eu vou divulgar o nosso próximo show por aqui e dado que eu sigo preguiçoso para postar, vou apenas repostar o texto que eu publiquei no blog da banda lá no myspace. tá em inglês, seguirá em inglês. e mesmo sem detalhar a execução das músicas, diz basicamente tudo.


When we were invited by Ricardo Finocchiaro we felt very happy. We hadn't played since May 2008 at the 9th Zeppelin in Concert, also after an invitation by Ricardo. After that gig, we had a few months with a blank spot on the mics, because of Arthur's studies in Baltimore, USA, and focused completely on song writing. We started a whole bunch of new ideas, most of them lost or forgotten a few months after. But even our focus wasn't THAT focused since some of the guys had to put music aside and to give attention to professional or studying matters.

This year, though, we had more success on composing objectively, and new songs have been worked out in the last months.

So, when Ricardo invited us, we had two weeks for putting a 40 minute setlist to work. And looking at the other bands (It's All Red, One of Them and Disrupted Inc.), we were sure that we needed to do our best. And our heaviest.

Which we did, but not without a last hour issue: cutting out a song from the set. We planned playing the sequence I'm coming, Blank, Goodbye Bunker Hill, Ennui (one of the new tunes), Herd, One warm day and Led Zeppelin's Immigrant Song. After watching two mosh pits in a row during IAR and Disrupted's presentations, we thought it would be really nice not to play the dense, introspective keyboard led parts of Bunker Hill. For our own security, perhaps.

What happened was that we set our moods for "whatever" mode and kicked everything, everyone away. We played with iron balls. And it was OUR BEST SHOW EVER until now.

Well, everybody's gotta learn sometime. :P

quarta-feira, novembro 25, 2009

terça-feira, novembro 24, 2009

desdobramento da primeira certeza do post anterior.

por mais que tu tente, tu não vai conseguir consertar o erro alheio e, ao mesmo tempo, ensinar-lhe uma coisa nova sem chamar o outro de burro. e ele deixará de focar no fato de que tu mostrou algo novo a ele, focará no fato de que tu chamou ele de burro (mesmo sem querer) e não vai aprender coisa nenhuma com isso.

e ainda vai te achar arrogante.