poucas vezes eu ri tanto de um post que eu tenha lido no blog dos outros. acho que nem no blog do leandro eu li algo que tenha me deixando rindo por dois dias.
pois bem, deixo a dica: leiam o post Comida para Batalhão, no blog do andrei, o dark journal. não sei se o capitão e o comandante fizeram aquilo por esperteza ou por abobadeza, mas o fato é que desde ontem eu tou rindo pra caralho. ahahah
sexta-feira 11/09/09. o tempo está HORROROSO em porto alegre. enquanto isso, no gtalk... - meu, te mandei o layout lá pra tu dar uma avaliada. - aham. já tou com ele aberto aqui na minha frente. - tá. tou no aguardo. - beleza. mas ô, meu... tá frio pra caralho! - cara, eu tenho na manga aquela barra de cima com outras cores. a gente pode mexer na temperatura de cor do layout. - ?? tchê. eu tava falando do tempo, mesmo...
momento tietagem. eu tenho 3 ídolos musicais absolutos. e eles têm algo muito curioso em comum: as mesmas iniciais nos nomes. são eles David Gilmour, Daniel Gildenlöw e Sting. você não sabe, mas o nome do último é GorDon sumner - ok, o lance das iniciais falha aqui, mas foda-se. todos têm D e G. cada um me influenciou de um jeito, mas isso é assunto pra outro post. esse aqui é dedicado somente ao sueco daniel "gildenlove", do pain of salvation. e não exatamente por algo espetacular que ele faça (e ele faz), mas sim por alguns aspectos que são comuns, desta vez, não entre ele e os outros dois, mas entre ele e eu. na minha opinião, é claro.
desde a primeira vez que eu escutei pain of salvation, com a música the perfect element, tive uma identificação PORRADA com os caras ou, quem sabe, com esse cara. basicamente ele coloca as idéias de letra do jeito que eu acho perfeito, valorizando cada aspecto dramático e explorando cada dicotomia dos temas que ele aborda. é tudo inteligente, bem tramado demais. não por menos eles emplacaram várias músicas como a trilha sonora da minha vida nos últimos anos, sendo que algumas músicas emplacaram não só porque eu simplesmente escutava pra caralho, mas também porque elas traduziam com perfeição quase psicográfica o que eu REALMENTE tava vivendo.
no catártico show deles no opinião, como eu e o arthur sempre lembramos pra quem não foi, o sr. gildenlöw ameaçou, simplesmente ao cantar e falar com a platéia entre uma música e outra, roubar TODAS as namoradas dos marmanjos presentes no show. o que não criaria tumulto nenhum: acho que a grande maioria dos rapazes inclusive encontraria justificativas pra isso acontecer. seria algo simplesmente LÓGICO. chegou ao ponto de eu suspeitar que até eu daria pro cara com o show que eles fizeram. e olha que, com aqueles dentões tortos eu sempre disse que eu achava o cara feio pra burro...
mas o engraçado foi que, no show, eu comecei a desvendar alguns dos motivos de tanta identificação que eu tinha com a arte dele. a primeira coisa que eu vi nele quando ele entrou no palco foi que ele tinha no pescoço um cordãozinho com um símbolo de gêmeos pendurado. eureka! ninguém melhor que um geminiano pra escrever um disco indeciso como o remedy lane e seus questionamentos sobre os dois lados (o lado de cada parceiro) em temas como amor, sexo e fidelidade.
e agora há pouco eu entrei no site deles pra saber as novidades sobre o próximo disco, o road salt. vou clicando, acho o texto e, depois de ler ele, caio na seguinte nota do autor (o próprio DG):
NOTE: for those unfamiliar with the concept of EPs, it is not short for Extra Perrestrial, it means Extended Play as far as I know, and dates back to the era of those big black CDs called LP (Long Play) or Vinyl (that’s a full word not an abbreviation so there is no need for a parenthesis here, but I guess it’s too late now). For the sake of simplicity, let’s just say that it’s, like, half a CD. So… a C then. Or a D, depending on which half of the CD we are talking about. In our case, we are of course always talking about the BEST half of the CD. I will stop now. Sorry.
eu certamente serei um dos poucos malucos que vão genuinamente rir disso, porque a maioria vai achar enrolação ou complicação o que eu sei que é, apenas, uma irresistível tendência a não perder uma piada baseada em contradição ou uma piada baseada em explorar ao máximo e esgotar as possibilidades de humor de determinado assunto.isso é vinícius escrito (literalmente), e eu achei aqui mesmo, no blog, a prova de que até os outros me percebem assim. é só clicar aqui e ler o comentário do kauer. então, com tantas semelhanças, não preciso de mais nada! exceto... lançar uns 7 discos conceituais com letras de alto índice filosófico... ler uns 100 textos pra escrever cada um dos 7 discos... ser líder de uma das bandas mais cultuadas e influentes do progressivo atual... toca guitarra pra caralho, cantando pra caralho ao mesmo tempo... alcançar no mínimo 4 oitavas com a voz... e fazer um show no opinião ameaçando roubar as namoradas de todos os outros vinícius (ou não) presentes.
odiando odiarei-te de ódio dando de dedo, doido direto no duodeno do daoud que de dedo-duro tinha tudo unidunitê, fido dido tudo fudido! deduraram no dedilhado que odeio o ode a quem adora o dedal inodoro do marechal deodoro.
estava lendo o jornal, agora há pouco, e estranhei um ponto final no título dum anúncio do nacional. achei errado. depois, achei estranho achar errado. como assim? isso nunca aconteceu antes: eu sempre fui um ferrenho defensor do ponto final na publicidade, mesmo que a frase fosse, na verdade, uma só palavra no layout, o que é errado não só na publicidade, mas na própria língua portuguesa.
acontece que o ponto final é impositivo. ele fecha aa idéia, é diferente das reticências que sempre sugerem (ou prometem. depende da mulher, digo, da frase) um algo mais. é diferente da exclamação, que afirma, mas é insegura demais pra simplesmente proclamar: ela precisa berrar mais alto. se forem 2 ou mais exclamações, já vira histeria. o ponto é definitivo. é aquilo. e deu. ponto.
pois eu me dei conta na mesma hora do que tinha acontecido e fiquei preocupado. questionei uma das minhas mais velhas convicções. mas acho que já identifiquei o motivo: título sem ponto final é coisa de jornalista. e, oras!, hoje EU SOU UM JORNALISTA! como o andrei ou como o juremir machado da silva ou como o david coimbra. EU SOU! me DERAM isso!
não por menos, ontem eu contei pro arthur (que também é neo-jornalista) sobre um pilantra que nós desmascaramos no trabalho, um carinha aí que talvez até estivesse proponto coisas fundamentadas, mas não por ele: se atribuía títulos que nunca pleiteou. o arthur lembrou então do magrão que se fez passar por engenheiro durante 10 anos. há casos e casos, e eu fui fazer a piada de que eu me fazia passar por jornalista, já que eu tinha um blog, logo era "difusor de conteúdo". aí lembrei que, de fato, eu sou jornalista. e a minha piada morreu pela piada do STF.
e o que jornalistas fazem, os mais notáveis? escrevem em jornais. melhor ainda: FUNDAM jornais. então é isso: eu e o arthur decidimos abrir um jornal, mas com um novo conceito: vai ser o legítimo jornal UGC (User Generated Content, ou conteúdo gerado pelo consumidor). escalaremos a farta mão de obra jornalística disponível e HABILITADA para escrever para nós. já elencamos os perfis para cada cargo de chefe de editoria: Economia: trombadinha. Política: tia do cafezinho de gabinete de político. Mundo: algum piá que viva grudado na internet, fuçando em tudo que é site. Geral: véia fofoqueira. Cidades/Questões Urbanas: mendigo. Trânsito: motoboy (cargo de alta rotatividade). Interior: motora de caminhão de transportadora. Policial: motora de camburão. Obituário: coveiro. Esportes: cambista ou gandula.
nosso jornal é o jornal feito por gente comum, ou seja, por VOCÊ! [insere gritinho gay do edu falaschi em shows do angra]. quem quiser mandar currículo, é só deixar o email nos comentários que nós entramos em contato.
confirmando meu post de ontem, um sabiá-do-campo acabou de pegar um tufo de terra do meu pátio e levou pra um dos vizinhos da frente. ele, que normalmente é um bicho gritão e inquieto, ficou horas analisando o momento certo de atravessar a rua. só voou quando a kombi estacionada do outro lado da rua arrancou.
burro ele não é. melhor não deixar ninguém ver onde ele vai construir o ninho dele. mas eu vi. :D
domingo "pela manhã" eu finalmente saí da toca e atravessei o pátio daqui de casa atrás de uma toalha seca. ainda tava pensando no dia espetacular que fazia quando me dei conta de que alguns passarinhos faziam uma ALGAZARRA na antena do vizinho, e não era canto de sabiá-laranjeira, sabiá-do-campo, bem-te-vi,cambacica, asa-de-telha, sanhaçu-cinzento, "ferdi ferdi ferdi" de pardal (sem sacanagem: pardais dizem "ferdi") ou qualquer outro bicho mais comum por aqui nessa época. eram 10 andorinhas, em pleno agosto. e fora elas, no céu tinha outras várias fazendo suas acrobacias.
então as andorinhas já chegaram, o sabiá-laranjeira já canta horas a fio no meio da maior árvore do pátio e o filho-da-puta do sabiá-do-campo já caga a pau todo e qualquer passarinho que se aventurar a pousar e procurar comida no que o tirano considera território exclusivamente dele. e dos (futuros) filhotes dele.
nada compreendendo compreende-se rapidamente que a política brasileira se moldou de forma a não ser compreendida de jeito nenhum. ontem o nosso senador highlander josé sarney discursou no senado sobre euclides da cunha, respaldado (?) pelo pretexto de que, no último dia 15 a morte do escritor completou 100 anos. durante uma hora.
incompreensão #1: para que serve o senado brasileiro?
sarney apenas discursou durante uma hora porque eduardo suplicy interrompeu com um assunto mais pé no chão. cobrou do imortal a situação nebulosa da casa e afirmou que depende de sarney elucidar de uma vez por todas as inúmeras acusações que ele tem sofrido, ao invés de simplesmente calar a boca de quem acusa usando medidas legais. (essa parte me pareceu fazer sentido, mas não tenho certeza).
a defesa do sarney foi mais ou menos a seguinte: "vossa excelência não está ferindo uma regra minha ou da casa. está ferindo uma regra acima desses contextos. vossa excelência está ferindo A MEMÓRIA DE EUCLIDES DA CUNHA ao me interromper enquanto eu estou no púlpito, que é o lugar de quem tem a palavra".
incompreensão #2: ?!!?!?!?!?!??!?!?@#!#$%$¨&?!
porra, eu sou uma negação em assuntos políticos, eu sei. mas o sarney aplicou um legítimo "THIS IS CHEWBACCA" no suplicy. e, talvez pelo fato do senado estar quase que totalmente vazio naquele momento (o que deve diminuir bastante as chances de haver cabeças realmente pensantes por lá), aparentemente ninguém se juntou ao suplicy pra dizer "peraí, porra" e pedir pro velho coronel ao menos não chamar a todos de burros.
daí a incompreensão #3: como discutir com um babaca desses?
pra quem não sabe o que é o "THIS IS CHEWBACCA", abaixo o vídeo com a CHEWBACCA DEFENSE.
eu tava na porta de casa quando passaram 5 guris de alguma vila de algum bairro da volta. eram 5, e corriam pela calçada empurrando um carrinho de supermercado com um saco de lixo dentro. pararam na lixeira daqui de casa pra ver se achavam alguma coisa.
aí um deles perguntou. - tem um pão pra nós aí, tio? "não sou teu tio", pensei. mas me concentrei no pão. eu raramente como pão em casa e na hora incorporei o comportamento do semáforo: não sabendo pra que me pedem dinheiro, eu não dou. - não. - então nos consegue um copo d'água! eu devia ter lembrado que a praça aqui perto tem um bebedouro (bebedor é quem bebe, certo?), mas só me bateu que era impossível eu dizer que também não tinha água.
fui lá dentro buscar. aí, quando cheguei na cozinha, vi um monte de pão ali. minha vó foi passar uns dias fora, logo ninguém ia comer. a gurizada ia ficar contente: prometi água e trouxe pão.
apareci na porta com o pão e um dos piá largou: - po, e falou que não tinha pão. - não reclama, guri. - tá tá, não reclamo mesmo. po, tou ganhando o bagulho...
achei que tinha ganho eles com essa, mas foi só eu me virar pra voltar pra casa que um outro lançou: - ô, e a água?
em tempos de gripe suína, césar cielo cospe na piscina antes de dar a largada. não explica por que ele bate um record mundial, mas deve ajudar a deixar os outros caras meio na dúvida sobre pular ou não.
e eu? bem, eu vou ali na emergência ver o que aconteceria se eu cuspisse na piscina.
ontem meu pai me contou de um professor dele dos tempos de colégio militar. professor de física. ou matemática. diz que quando os alunos queriam acabar com a aula, lançavam: - professor, o senhor ainda não nos contou daquela vez do disco voador... pronto. o professor esquecia o conteúdo e contava de uma vez que ele estava na estrada e percebeu duas luzes, uma sobre a outra, no campo. desceu e, com uma lanterna, fez um movimento circular. as luzes giraram em sentido contrário, uma em cada ponta. o professor fez um movimento horizontal. uma luz foi pra cada lado e ficaram também na horizontal. aí ele fez outro movimento, as luzes encheram o saco e foram embora.
outra história é do meu próprio pai. tava ele e os alunos dele na lagoa dos patos, fazendo medições na lancha, tarde da noite. era época de pesca de camarão e as lanchas dos pescadores estavam todas lá, com as lâmpadas viradas pra água. o céu aberto, o ar sem vento e o silêncio quase absoluto para não assustar nenhum camarão. só a água batendo nos cascos. lá pelas tantas, começam a ouvir os gritos pescadores: - OLHA LÁ! OLHA LÁ! - MEU DEUS, O QUE É AQUILO? - É A VIRGEM MARIA! foram todos pro convés da lancha: tinha um disco cinza escuro tapando as três marias. ficaram alguns minutos observando aquilo, sem entender o que era quando o disco se dissipou, deixou um círculo de fumaça que foi sumindo também e, enfim, as três marias apareceram. no dia seguinte, estava nos jornais do estado. em bagé e em santa maria, os relatos falavam de luzes na borda do disco.
a história do professor e seus ovnis amestrados é hilária, mas e se for verdade? eu tenho inveja. eu queria ver um. e a questão não é que eu não tenha visto, mas sim que eu não sei se eu vi. porque em março ou abril eu e a mariana estávamos viajando pra rio grande, numa sexta à noite tão clara que a um ângulo de 45 graus a partir do horizonte já ficava difícil ver estrelas. não lembro se era 00:30 ou 01:30 mas, 10 minutos depois de passar pelo pedágio do grill, eu olhei pro céu bem na nossa reta e nós falamos quase juntos: - olha lá! - pois é! também tava olhando isso! eram dois pontos luminosos pouco acima do horizonte, um em diagonal em relação ao outro. não se mexiam, não aumentava de tamanho, nada. seriam duas estrelas normais, não fosse o fato de que não tinha NENHUMA outra estrela a não ser bem no meio do céu. se fosse avião, não voaria naquela altitude e, se estivesse longe, não seria visível. ficamos olhando talvez por 1 minuto, quando começaram a se apagar lentamente. não tenho nenhuma outra explicação praquilo a não ser a que me leva a concluir: eu vi.
anda difícil arranjar um tempinho pra uma postagem de verdade. mas vocês não andam comentando, portanto não merecem mesmo. vão ficar só com "repasse de conteúdo" essa semana. ¬¬
saí pra levar meu som aiwa do século passado pro conserto. tinha dois discos, um bem mais importante que o outro, dentro dele. acolchoei o porta-malas com um cobertor e acomodei o aparelho.
tive que dar uma parada estratégica antes de chegar na eletrônica. deixei o carro na rua, com o cu na mão. voltei pra encontrar o carro arrombado, temendo pelos dois sons, o do meu carro e o do meu quarto. mas me roubaram foi o cobertor.
esses dias, à 1h da manhã, eu tava trabalhando, tentando fechar um material com o gustavo via msn. eis que, de repente, não mais do que de repente, Deus disse: - e desfaça-se a luz. e desfez-se a luz no bairro inteiro, logo quando nós estávamos terminando o trabalho e eu me preparava pra ir tomar um banho.
é difícil tomar banho sem luz. eu não faço a menor idéia de onde ficam as velas nessa casa. nunca precisei, que eu lembre.
não tive dúvidas. peguei meu note, abri ele em cima de um banquinho do banheiro, botei brilho máximo na tela e cobri o teclado com uma camiseta branca. eu me recuso a ir dormir sem tomar um banho antes. e, dependendo do que a apple lançar nos próximos tempos, eu vou saber se o sr. jobs lê o ttdl ou não.
... bem nas minhas bolas. começa com um acontecimento fortuito, totalmente acidental, na rua. aquele, do tipo que tu pára e te pergunta "...devo ou não acionar o seguro?".
depois, o responsável pelo email de "contato" de uma "produtora" de eventos underground da cidade me responde um email que eu mandei faz um tempo dizendo que a empresa (?) fechou e, aparentemente, a culpa era da absence of, "porque neguinho prefere ficar em casa a ir lá ver os shows". ou seja: eu, a banda, deveria ir lá para tocar para outras bandas e vice-versa. nós seríamos exclusivamente o mercado de nós mesmos.
acho que é melhor eu desistir por hoje, mas não sei direito como proceder: se eu saio na rua, pode ser que eu destrua de vez o meu carro. se eu ficar em casa, pode acontecer um acidente doméstico. ou um caminhão de lixo se desgovernar e entrar derrubando parede. ou um avião cair de bico na minha cabeça. um airbus, é claro. ou eu posso de repente me trasnformar num judeu negro gay passivo pobre drogado aidético alcoólatra com gripe suína torcedor do santa cruz na alemanha nazista entre 39 e 44. e o pior: argentino.
FRASE DO DIA "seria como esperar que o padeiro comprasse pão nas outras padarias para ajudar a classe." daniel, a respeito das bandas que não vão ver outras bandas.
curto ficar especulando sobre a sincronicidade. gosto de elaborar ligações entre eventos eventualmente desconexos. tipo: a sinaleira abrir junto com o toque de um bumbo e um prato no som do carro é uma coisa que me diverte horrores. ontem mesmo, não só o meu sinal ficou verde nesse exato momento, como também o sinal dos outros passou de verde pra amarelo em sincronia com a batida da música. dei gargalhadas.
também curto observar números. houve uma época em que combinações entre 0, 3, 6 e 8 tomaram conta da minha vida. começou num dia em que eu contei 3 carros com esses números nas placas. depois, o carro da minha chefe na agência jr era, certinho, 0368. vários anos depois, finalmente a minha vó comprou um carro e a placa tinha esses números.
pois eu tenho um amigo que tem um prisma preto e outro que tem um carro com placa 4988. e agora há pouco, na rua, eu vi um prisma preto com placa 4888. rápida confusão mental. "tu vê", falei comigo mesmo, tentando lembrar qual era o outro número (o 9) da placa do meu amigo. eu recém tinha lembrado quando apareceu outro carro na minha frente, com a placa 9888. "bah!". eu ainda me divertia com isso quando passo por um carro estacionado. a placa: 9488. "!!!!!!"