quinta-feira, abril 19, 2007

frases.

"hoje não era meu dia"
- inter, 4 de abril.

"hoje não era o meu dia"
- índio, 19 de abril.

"disseram que era dia do índio, mas pelo visto era 1º de abril"
-
torcedor desiludido, 19 de abril.

agora uma verídica:
"ninguém tem um jogador que nem o pato"
-
píffero, alguma coisa de janeiro.

primeiro campeão eliminado na primeira fase. vitórias píffeas on the rocks. e agora eu vir dos meus próprios trocadilhos:
HAEHUIaheuihaeuihuiahEUIAHeuiahEUIHAEUihaEHUIA
ehuiahEUIHAEhaEHUIAehuiaheUIHAeuihAEHUIAehuiaE
HUIAHeuihaeUIHhAEHUIAehuiaEHUIAHEUIAHeuihaEU
IHhuiaEHUIAehuiaEHUIHAeuihaEUIHhaEHUIAehuiahEU
IAHeuihAEIHaEHUIAehuiaEHUIAehuiahEIUAHeiahEUIA
HEIAUhehaeuhiaEUIHAEoiuhaeIHAeiahEUIHahuihaiuhaei

-
pois é. mas terça-feira é a nossa vez.

terça-feira, abril 17, 2007

loser.

eu preciso reconhecer isso. sou um loser. desde a faculdade, um loser completo. o L estampado na testa. e eu sei que isso dura até hoje porque algumas coisas simplesmente não mudam.

tipo a minha confiança suprema diante de trabalhos e provas. eu não tenho. o caso mais clássico foi uma prova de história da arte no segundo semestre da espm. tinha ido até muito tarde estudando. cheguei pra prova cansado e, quando vi as questões, blank. white. void. empty. eu não sabia nada. decidi, então, resgatar as poucas informações que eu lembrava, e tentar dar a sorte de relacionar as características de cada movimento artístico da grécia (eu acho) com a pergunta correta - bela técnica, hein?
entreguei a prova com um sorriso amarelo pra cláudia barbisan, quase um "desculpa por ter nascido". dei a desculpa do branco e fui embora.

tirei 10.

idem para trabalhos. o semestre ia transcorrendo, e eu progressivamente me preocupando. até que chegava na última hora e eu começava a atucanar todo mundo do meu grupo pra finalmente fazerem o que tinham que ter feito antes. e aí chegava na hora da apresentação nervoso, porque eu passava tanto tempo debatendo a parte dos outros que não tinha tempo pra estudar a minha direito.

e aí eu dava um show. a gente dava um show. nem sempre era um 10, mas era sempre uma nota muito boa.

e as coisas não mudam. eu fazendo uma pós-graduação, e ontem a história do trabalho foi exatamente essa. a gente olhava pros grupos que apresentavam antes e ficávamos em dúvida se o nosso tava tão bom quanto o deles. fomos lá pra frente e a professora se abriu pro trabalho. o mais completo, o mais profissional e não sei o que.

outra coisa que não mudou é o jeito como eu apresento. lembrei de quando a fernanda me disse, depois de uma das apresentações mais nervosas da minha vida, a do pge, o projeto de graduação:
- e o vinícius sempre com aquele jeito de apresentar dele, que parece que ele tá contando uma piada...
- que? eu tava duro de nervoso.
- que nervoso, vinícius? tu sempre apresenta tri descontraído, numa boa!
hoje eu percebi isso. aliás, já tinha percebido isso em setembro, apresentando meu artigo na expocom, em brasília. é só ter gente interessada e eu dominar o assunto.

deixa de ser loser, vinícius.

segunda-feira, abril 16, 2007

no time for the complexities of conversation
no time for smiles, no time for knowing
no time for the intricacies of explanation
no time for sharing, even less for showing

if I could
I'd slow the whole world down
I'd bring it to its knees
I'd stop it spinning round
but as it is
I'm climbing up an endless wall

no time at all
no time this time

no time for a quick kiss at the railway station
no time for a suitcase, sandwich and a morning paper
only time for time tables, calls and transportation
no time to think no time to dare

if I could
I'd slow the whole world down
I'd bring it to its knees
I'd stop it spinning round
but as it is
I'm climbing up an endless wall

no time at all
no time this time

if I could
I'd slow the whole world down
I'd bring it to its knees
I'd stop it spinning round
but as it is
I'm climbing up an endless wall

no time at all
no time this time

- no time this time, by the police.
sempre atual.

quinta-feira, abril 12, 2007

(a)variadas

ando tentando entender o tcheco. não consigo acreditar que ele não seja tudo aquilo que ele é no gauchão. não faz sentido creditar aos times mais fortes da libertadores o fato dele estar rendendo mal se o cara jogou tudo o que jogou no brasileiro do ano passado.
também continuo tentando entender o ramon, mas aí é covardia. e o schiavi também: é só nome.
como só vi o jogo a partir dos 25 do 2º tempo, não posso falar de mais gente.

***

ANIMATOR vs ANIMATION II
é genial. nada de novo, afinal animações em flash bombam desde o xiao-xiao (aqui ou aqui), mas bolar algo criativo, em cima de um contexto que quase todo mundo vê todo dia, sempre vale a pena conferir.

terça-feira, abril 10, 2007

exclusivo: dinho vai voltar ao futebol.

o ex-volante do grêmio quer chegar aos 1.000 carrinhos.
com fratura.

segunda-feira, abril 09, 2007

quinta-feira, abril 05, 2007

a cooler car.

pois saibam, caros leitores. que o último aviso do meu caro vendedor gambiarra, digo, goubiah, sobre o carro foi:
- tu provavelmente vai te confundir sobre a buzina, no início. antes ela era aqui [aponta pra alavanca do sinal de conversão] e agora ela tá no meio da direção.

evidentemente, não se espera usar a buzina assim, logo no primeiro dia com o carro. ou seja: em teoria eu não deveria descobrir se eu ia buscar a buzina onde ela era no modelo antigo tão cedo.

lá pelas 23:30 desta quarta-feira 4 de abril de 2007 o veranópolis meteu o gol, eu enfiei a mão e tirei a dúvida: EU SEI MUITO BEM ONDE É A BUZINA DESSE CARRO, PORRA.

mais hilário que o inter, só isso HAHAHA

eu ia postar outra coisa, que por falta de material eu resolvi deixar pra amanhã. mas essa aqui é simplesmente imperdível. destaque para os últimos 2 parágrafos:
TRAFICANTE PENSOU QUE CAMALEÕES SERIAM INVISÍVEIS.

eu PRECISO trabalhar na Redação Terra.

terça-feira, abril 03, 2007

calvin, haroldo e eu.

ou quase.

a vida como ela é.

a elisa foi empregada lá de casa até julho do ano passado. entre outras coisas, me admirava a agilidade dela em identificar o lixo e tocar fora. por essas e outras, uma garrafa vazia de coca-cola, vinda direto do marrocos (e que não era pra mim), levou um sumiço, o qual eu só fui me dar conta quando me cobraram tal objeto.
pois em julho de 2006 descobriu-se que a mãe dela estava com câncer. as irmãs não podiam cuidar dela, logo a elisa abandonou o emprego para fazê-lo (essa parte eu nunca entendi direito).

chegou a denise. entre outras coisas, me admirava a inaptidão dela em identificar o lixo e tocar fora. por essas e outras, garrafas vazias de shampoo seriam capazes de permanecer meses no meu banheiro, por exemplo, até o dia em que eu conseguisse passar mais de 9 horas por dia em casa (incluindo as horas de sono) e dar um sumiço nas coisas que me irritavam. observação importante: a panqueca dela é maravilhosa, o que me rendeu aftas múltiplas esse verão, quando minha vó viajou e ela achou que cardápio único seria o melhor jeito de me agradar.

pois em janeiro de 2007 as irmãs da elisa puderam finalmente ajudar, e ela avisou que estava disposta e gostaria muito de voltar. minha vó ficou na sinuca, apesar de ser muito óbvio o que ela tinha a fazer por questões éticas (além do fato de que a denise às vezes era muito relapsa).

ok, não vamos entrar em questões pertinentes ao "você decide". a história não pára por aqui.
pois em fevereiro de 2007 o filho dela, num jogo de futebol, deu um tiro num outro cara e foi preso. na verdade não sei direito qual é o rolo, mas um cara jurou vingança. acharam que ficaria por isso. mas agora o cara voltou e disse que ia catar a família dela junto, logo a denise teve de se mandar.

e a elisa, que nunca deveria ter saído, voltou a trabalhar em casa nesta segunda-feira. a garrafa segue desaparecida.

segunda-feira, abril 02, 2007

tenho gente por mim na TV.

paulo sant'anna é um dos caras mais controversos do jornalismo gaúcho. em geral, a controvérsia depende se tu é gremista ou colorado. hoho.
afora os arroubos tricolores dele, eu gosto dele. talvez, em parte, porque existe o lasier "PEGA DO MEU CACHO E TOMA CHOQUE" martins. o sant'anna não faz questão de parecer sério: volta e meia aparece com aquelas jaquetas fluorescentes dele, bêbado. enquanto isso o lasier tá sempre de terno, sisudo, com aquela autoridade dele... falando merda.
o sant'anna se diz um cara de circulação entre o povo. é disso que eu gosto dele. ele não tem vergonha de ser clichê ou piegas. não tem medo fazer filosofia de mesa de buteco FORA do buteco. ele faria sentido, por exemplo, no diário gaúcho. tem identificação com o povo.

então tem dias que eu acho uma grande bobagem o que ele tá falando. pelo menos sei que ele não tá sendo menos do que muito sincero sobre o que diz. ele não força a barra.
mas também tem dias em que ele é genial, e hoje foi um deles.

primeiro, ele falou sobre um assunto que me é muito caro. a mim e a todos os rio-grandinos: são cinco pedágios de porto alegre até rio grande, quase todos a R$5,90. custa mais que o atual preço do quilo de camarão (aliás, a safra desse ano saiu graúda. cansado de comer "camarão", aquela rodelinha que tu não sabe se mastiga ou se espera que se dissolva na tua boca? vá a rio grande agora. o bichinho tá grande. o meu estoque eu já fiz). obrigado, sant'anna. é roubo sim. é por isso que a passagem pra cidade noiva do mar custa 46 paus agora.

e aí, do nada, ele trocou de assunto e contou que hoje houve um enterro muito estranho em porto alegre: seguiam no cortejo dois caixões; atrás, um pitbull e seu dono; atrás 30 pessoas em fila indiana. um passante viu aquilo e, não entendendo, foi perguntar para o homem do pitbull o que era aquilo. o homem explicou que os dois caixões eram da mulher e da sogra dele, que tinham sido mortas pelo pitbull. e o passante:
- mas esse é o meu sonho de vida! podes me emprestar o teu pitbull?
- o senhor por favor entre na fila.

quinta-feira, março 29, 2007

"ramon" e "nada".

futebol é um assunto recorrente aqui. mas dessa vez serei rápido. (e quando é que eu não sou, hein? han? han? ok, pule esta pergunta.)
finalmente a direção do grêmio ouviu minhas preces. roletas pra sócios: mais no portão 10 e outras em algum outro portão. nunca entrei tão fácil quanto ontem pelo 18.
por outro lado, a geral... a geral que vá tomar no cu. é bonito de se ver? é. mas foguete tem hora, porra. conseguiram esfriar o time quando tava pintando o 2 x 0. parabéns.

e eu ainda vou expandir este assunto num post próprio, mas aqui vão duas concepções sobre "ramon" e "nada":
- nada explica o ramon no futebol.
- "nada" explica o futebol do ramon.

terça-feira, março 27, 2007

futebol profissional.

sempre que possível, jogue bola com seus companheiros de trabalho. surgem chances imperdíveis de dar uma bronca no seu chefe e ainda ouvir "é. tu tem razão."

100.

segunda-feira, março 26, 2007

nova fase? / sunday on earth

não sei a que idade remonta o meu costume de preferir sempre ter certeza das coisas antes de disparar elas. deve ser porque boa parte das vezes a falta de planejamento fez com que ou eu dissesse uma tremenda bobagem ou eu dissesse algo muito pertinente - mas de uma maneira que só eu entendi na hora. a famosa boca correndo atrás do cérebro, perseguição comum até hoje.
então eu tenho receio de acreditar nessa nova fase, mas tá difícil. vou ser meio vago nos exemplos escolhidos. meu trabalho exige um certo nível de discrição, o que já me fez ouvir, das minhas melhores amizades, a frase "que bixa".

burger king.
o burger king tá na pública desde outubro, oficialmente. esses dias o henrique me passou um briefing pra fazer uns spots pra eles. criei uma série de opções, ele olhou e disse pra eu mandar bala. foi pro cliente. algumas alterações pedidas. fiz elas e criei mais um, por esporte. foi pro cliente de novo.
o que eu não sabia era que as várias peças que eu tinha visto serem criadas ali dentro tinham ficado em circulação/discussão/ajustes durante muito tempo, e acabaram não saindo.
resultado: a tal da primeira peça veiculada para o burger king em porto alegre, meio sem querer, é minha. (apesar de terem aprovado a idéia que eu gostava menos ¬¬).

demissão.
num sábado desses, acordei com um telefonema do sr. vieira, um dos donos da pública, me avisando de um erro numa campanha que eu tinha bolado pra uma licitação. em todas as peças. o tom dele não era grave. ia tudo ser reimpresso, mas eu não sosseguei. e apesar das tentativas da mariana de fazer eu esquecer o assunto, por volta da uma da tarde eu já me via procurando uma nova agência.
segunda-feira fui atrás da raiz da minha confusão. achei e mostrei pro sr. vieira:
- sim sim, vinícius. nós vimos isso e imaginamos que fosse isso.
- não tou dando desculpa, sr vieira. só queria mostrar pro senhor que eu não tava delirando.
- fica tranqüilo. e por sinal, excelentes as peças, viu? gostei muito delas.
e depois, o fuscaldo, o outro dono, que chega na criação pra mim e pro samuel:
- queria dizer pros senhores que a nossa campanha estava realmente muito competitiva. trabalho de alto nível mesmo.

espero que isso dure. notei inclusive que o meu cabelo tá mais macio e brilhoso nesses últimos tempos. :D
mas é sério. já passei por tudo: desde fases em que eu achava minha "taxa de acerto" aceitável, até fases em que tudo parecia ser uma grande bosta, passando pelos estágios intermediários. raríssimas vezes, entretanto, eu achei uma série de trabalhos meus legais e os clientes também. portanto a pergunta, e não a afirmaçã: nova fase?

***

mesmo quando eu tou de mal comigo mesmo, eu gosto de fazer o que eu faço. pra completar, eu definitivamente adoro as pessoas e a agência onde eu trabalho. diferente da vossa, eu realmente não tenho drama nenhum de ficar até altas horas na pública, se eu tiver que ficar.
e desde que eu zerei minha cota nas férias, "amanhã começa tudo de novo" não é mais uma frase do meu repertório. eu gosto de ir trabalhar.
então por que? POR QUE mesmo que eu passe o dia com quem eu mais gosto, o final do domingo continua sendo o final do domingo?

quinta-feira, março 22, 2007

acordar prum novo mundo.

ontem meu irmão, o nathan (amigo do meu irmão) e o meu pai vieram de rio grande pra ver o show do blind guardian no opinião. hein? sim, meu pai. não, ele não veio só trazer. sim, ele veio pra ver o show mesmo. sim, ele curte. sim, ele é muito afudê. não, eu não gosto de blind guardian.

meu pai tinha me pedido um mapa do opinião, afinal isso não é festa do tempo dele. deixei uma lista telefônica rabiscada pra ele. eles deveriam chegar aqui pelas 17 horas, e eu sairia do trabalho direto pra espm, ou seja: não nos veríamos.

às 20:18 ele me ligou. eu não vi na hora, mas vi depois porque a mariana ficava me mandando o resultado do jogo do grêmio. liguei pro pai assim que fomos pro intervalo, porque me caiu a ficha que ele poderia estar perdido pela cidade baixa, o que seria invejável se comparado à minha situação.
mas ele logo me avisou que tinha acontecido algo muito grave. eu gelei. então ele falou. eles estavam no mcdonald's comendo alguma coisa antes de ir pro show, e o nathan recebeu uma ligação de rio grande. a mãe dele tinha falecido. praticamente do nada.
ele avisou e disse que era pro pai e pro bruno irem pro show, que ele ia pra rodoviária pegar o primeiro ônibus. foi foda. convenceram ele a ficar em POA essa noite. com a ajuda do nosso vizinho, que é médico, deram um sedativo pra ele dormir.

deve ter sido uma noite terrível pro bruno e pro pai. foi uma noite terrível pra mim. eu fui dormir pensando nisso e acordei pensando nisso.
na verdade eu fui acordado pelo meu pai, que entrou no meu quarto, me encheu de beijos e disse que a gente se encontrava no próximo fim de semana, quando ele volta a porto alegre. e depois entrou meu irmão, que me falou uma coisa, me deu um abraço e um beijo e foi embora. eram 6:40 da manhã e eles tavam indo embora.

o nathan hoje acordou prum novo mundo. a gente só se dá conta disso quando o novo mundo é pior do que o do dia anterior. e é uma das piores sensações que eu já tive na minha vida. durante alguns segundos, tu ainda tenta te certificar que aquilo é mentira. mas não é. o mundo não é mais o mesmo.
o nathan é um dos melhores amigos do meu irmão há anos. colorado doente, logo um contrapeso do bruno. fã de metal, fã da hiléia quando ela existia. baterista de ocasião. um guri muito legal.

depois que meu pai e meu irmão acordaram, eu não consegui mais dormir durante mais de uma hora, eu acho. a cabeça maquinou. pensei em todos os clichês possíveis, e eles eram todos verdadeiros. e então eu pensei no meu irmão. fiquei tentando imaginar o que se passou na cabeça dele da notícia até aquele momento. e dormi.

acordei às 8:40 e fui direto pro banho. me senti, eu também, acordando prum mundo novo, de tão próxima que toda essa história acabou ficando de mim. voltei a pensar no bruno. e caiu a ficha. lembrei de vezes em que eu tava muito mal e o bruno, sem nem saber do que se tratava, improvisava alguma coisa pra dizer, e fazia sentido. até mesmo na vez em que eu tinha certeza que eu ia ter que ser a cabeça da situação, ele virou o jogo. e parecia que ele tinha 19 anos na época. e eu 12.
e lembrei do que o ele me disse quando me acordou, coisa que eu não pude me dar conta direito na hora, por mais que eu tenha dito "eu também". ele me disse "eu te amo".

fiquei aliviado de descobrir que o nathan contou com a melhor companhia possível nessa hora.

quarta-feira, março 21, 2007

os de sempre.

tudo tem dois lados: pela primeira vez, a expressão que dá título ao blog vai ser posta em prática. a rigor, essa deveria ser a tônica dessa página, mas... não foi.

o fato
o grêmio perde a primeira no gauchão. virada de 2 a 1 no olímpico, no primeiro jogo que eu não pude ir devido às aulas da ESPM. torço pra que na segunda fase da libertadores os jogos sejam sempre nas terças e nas quintas, senão me foderei.

opções de conclusão
1. ainda bem que eu não fui, mesmo.
2. bastou eu não ir a um jogo pra isso acontecer. e eu sei bem dos pés-frios que andaram por lá essa noite.

sinceramente? eu curto bastante a nº 2.

pato e a torcida colorada.

dessas tantas besteiras que a gente recebe por e-mail... valeu boba's!